Música

domingo, 24 de julho de 2016

ª É "ERRADA" - RARA semdo amasi comvm letra qve bem ovvimos dizer - para A O dado qve non é redonda non é - assim qvais dvas fitinhas entrelaçadas qve se encontram e a meio da estrada e se vejam assim ao se saber entrelaçar entre trevas ov tregvas entr'o ser do sol e o se r d o l v @ ' r e o q v e b e m @ ' s s i m @ corola qve carola non s o v b es s e @' ssim bem tapar



a




PÕES ias
assim e sem mais
ao centro  ao lvmeao lvme semmasi qveimar e a vida a beber desse a  fonte a  svstida palavra  qve bem sabe  ser entretecer e  sendo a sim a  svstida a ssistida e bem a cvidar apenas ampare e non pare desse ser a saber s er e em tre as voltas das lavradas
entrias lavradas terras
entrias pedras mais altas por entrios e cos das nossas vossas lovvadas serras
assim sendo livre e plena e pvra aa vgoa se e scoe e non se doe a sims endo livre
e dessa a ve q ve nasce  e  se doa e se deixe  silente 
assim sendo qval  gente em forma sva
hvmana assim  sendo se livre se lida qval nvma certa
força qve se eleva q ve paira
qve nos traz lembranças
desse ser a  evocar 
desse pairar em via e  obra
desse sonho a se  concretizar
e desse a sim ao  firmaneto o s ev livre s er  e
dese o  o cév  assim consentimneto para vnir o qve non se dev
nem assim svs ce dev

qve svs EIA1 já bem diziam
nvma provença qve bem passa e nob«n vença e sev«gve a ser caminhoentre  vias
e assim qval  sopro  qval a vezinha  mal fadada  qve  bem e poisa e repovsa  alie aonde  ainda  é e  haja a levada
assim vltra - eia! assim a vontade assim o sopro qve bem   esteja qval nvvem  qve seja a frente a bem se notar qvand inspires com força e o  digas desse o amor a sim  sinal
e sva sina assim bem dizer
qve nessa palavra ALENTO - nasce s empre o consentimento
assim nesse lento a ssentir
assim acima e po dentro ao maisprofvndo desse  o  ser tempo praa chegar e  assim d enovo ser e recobrir
desse r vbro sentir ora sentimento
qve sendo renasce  qve desde  cedo parte e  sendo  sempre a  flvir
voga e tomba ali aonde se . sinta qve zombam - as aves nesse ovvir
nesse martelo nesse t~empano  temraneiro
nesse rio d e brio integri e inteiro e nessa forjada aliança qve era de ser facto entrio ser e a criança a ism  se a lonja ora se faz  cedo  e  aparte  ora se  traz livre plena  e  íntegra a sim plena  a integrar-te
e se se doesse se se desse se se desdisse
ora  assim apartir qvando elevas o olar a o porvir qvando elavso  lar aos  cévs qvando oelevas a sim bem sabem olhares   mevs s endo  de ningvém pois vogam livres pelas veredasmais incríveis  qve a lv«gvm dia possas asim ver reflectidas
essas as de todos os  dias nessas as  qve no  soam partidas nem  nas chegadas penas nas avgoas vivas das nossas vvas e livres
2estradas"

assim qval oval qve se abre e se veja a sim a tradvzir  asflores qvais arcos d evida a levarem e as levadas dos  nossos campos verdes   a  sorrir
e entrios abertos canteiros e  s n«mais simples jardins
assim olhares soalheiros  simples e smepr eos primeiros apenas qvando passem  assim
transparentes sem temor esendo por entrias gente smaislaém  a legria e dõr e  sendo livres qvais aes qve bem vejas  vogar
nesses rios  nos cévs q ve sexprimam  qve se entrelaçam  vma e ovtravez sme parar
e pairam asim  sendo-o
e sendo o  non deixam de saer ser e  sanvnciar AH1 VIDA!
HAJA CONC´RDIA qvandoa sas abrem asim sendo - ACODA1
mais non  assim aperta!
e sendo o abraço a VITÓRIA assim nesse s er  sê concreto - coesa concrta a sim a viagem desse algo qve  rima e non é imagem - nem asim se diexa  ver ao se  translvzi esendoa sim a tva tradczida asims endo  assentir  ao sentires  entrada e strada ora saida non deixes de permanecer eprevalecer e ser sem poder apenas   qvandoe sqveças o de sejo o desejado apenas qvando principio prio«meiro tenha passado ao lado e  asim  sendo livre e pvra a imagem desse a  criança desse a savu«dade  desse a savdarte a ssims endo liberta ora a sim libertada asim  qvase e sempre e terna a sim na palma  na plant a arvore
dessa a vida qve sabe ser e estar e  dessa a estrela amais a ntig a essa  esperança qve nons e sabia essa a sim no olhr a brillar
e sendo brillo de viver  avgoa de s aber renascer a sim  aparece e desfila e os  fios enebriados asim bem enebria e entretecidos novos non mais qveimados a sim entrios campos os solos  ocnsagrados - os sres dessas plantas desse spés qve  bem s abem ovvir e  lembraros  ecos desses passos entre  paraias  qvais paraisosflores alíseos nas costas deste lvgar a contar   hão s aber   lembrar
qvantas as voltas da barca  qve sendo livre  se doam e q b'vantas as ondas q ve o sendo  sim entre  crestas alvas e enamoradas  entram  se ovvem e vem e vogam por dentro e qvantas ism bem  ecoame  bem sendo qval  compaixão d ia pasom  sonoro«idade e dizem os seres qve s abem  qve  se a ssvmem  qve s entem em via a  vida em verdade  e depois se d eixam a sim qvais entre visitas e  vistares a o s ser ebem estar asim qvais  entrios viventess eres poisares a sim repoisam as mais simples gotas de s al desse doce amar
e  qvantas a s letras gravadas  nessas litanias piisadas nessas l+agrimas a bem lavar e embrar  nessas alvoradas elevadas nessas mais siples orvalhada splavras qve desde a rocha sedente e desde omar  qve sedo a ssim qval  o  conte eloqvente  assim  saibam a bem mais - levar sendo elevadas na smais  frias brvmas desde o  s  rios a nascente d esde ser«vo d e«lta ao poente  desde as mais altas   pedras  lavradas lagoas de brihos  finos qvais espadas   elevadas aos cévs e qvantas e qvattas as gentes horadas qve as viram  qve  a sbem beijaram em  laic«vos desses fios amdos em labios vivos desses   clamores  asim s endo - craros  claros e bem  lidos  smepr eprezados de brvmas svstidas de sevs . seres asim send a alevar a vgoas d evida em vida qval  rio  qve s endo se   svtinha  assim qvai  nas palmas assim  dessas  crianças  qve s end-o simples hvmildes as  sabiam bem dar e  sendo asim sorriam e  non mais e gitavam  nesses castelos  qve e rgviam non mais choravam sorriam e   asim bem amavam e ao ser a sorrir  consigo - contigo comigo entre nós o hino o sinalmaisperdido volta a ser vivoe volta a s er a sim - qval em vós...

hinos dessesseres assim a nascer  qvais as pérolas mais simples q ve  vejas  arder  entrio sol da madrvgada o sol qve d«s e deixa deitar ao mar e o  rvbro  rvgir dessea força desse abraço qve nvns e novtras ainda se s abe  conter  ora  a cantar ora s endo a s orrir   sorri sempre  consigo ocntigo e ora  comigo em n+os aviva a voz e nos bem ania a perseverar
e sendo livre a sva  sina sendo livre  a avgoa qve nos naima asim voga s me mais parar e qvando entra por aonde e ainda se svstenha  sae regressar colvna  davgoa colvna do ar de fogo ambas e rgvidas do  fogo do lvme da  vida a sim sabem  ao cetro aos ev   fvndamento d enovo segvir e non mais parar 
e sendo  svstidas ergvidas as  colvna smais latas a spiram as  doces a vgoas e lagoa ssimples  homildes eplenas  encontres ali e aonde ao«inda haja qvem as conte sem as contar e sendo asim sem conter apenas a  cvidar a sim as  gentes hvmildes s abem bem ser ee stara sim qvais as  avgoa sparecendoparadas em lagos e lagoas a sm«nosas  vva smiradas  nesses nosos  -  ao sev olhar  asim  sabem  estar sendo inpiradas aspiradas  enre levadas desde a sraizes maisprofvndas pertodesse oceanico lvgar asim  qvais ar«s argas a sim qvais navegavam a ssim qvais as  barca qve s endo-o a inda e stão varadas elargas  as passadas as  avgoas vão cedendo asim a rocha mais alta sedesfaz nma cima. em circulos  esmorecendo... asimq vais as  gotas  qve bem sabem se  svster nesa teia  amaiss fina ve  sendo asim entretecida  no dia e na noite hino d eperolas e diamantinas   lavradas  sem terem sido pela  vida pela mão apenas no ma is  simples olhara sm s endo levadas  no coraçaoa ncoradas barcas de bem viver1  sendo  asim vivas e  bem IGNEAS e a ssim  simples e bem - sensíveis também sabem o    sol do cév  bem  receber e sabem asim  svster a  toada  o passo desa noite mis clara  qve  claridade a sim veja sem  ceder  entrias  sombras  nasce aimagem desse ser q ve nem  alto nem baixo nem coragem apenas sinal de s e estar a bem valer - assim qval ovtra snedo do dia a sim se   eleva e em circu'vlos nos gvia e s em  deixar a sim de se - levar - em garras . feitas presas as presas a ssim sendo levadas sendo a largar a  lagarta a sim  svrpreeendia a flor mais alta e a seda mais fina a saber d esfazer  qvando era na  fl«olha  d avida a ism a morder   em   vm certo dia ovtro a saber ser  ergvida e a saber pairar e  nn mais e smoreer  entretecida de s edas e de  germinar apenas  pq«arecedo vva qvand confvdida  com  vma ovtra folha QVE NON SE DIEXA  TOCAR  por s er e  fcar qveimada E   NON SE DEIXA  AGARRAR  pela garra  qve se s abe  estar sendo- DESGARRADA apenas  sabe s er epoisarali e aonde a paz e steja a ser ilvminada pela força de viver pela  força d eo s er pelaforça dessa s ensivel estrela em peito repovdsada q ve non exale qve nn mais inspie apenas endo -  livre  lire snedo-  nem teme  redes nem teme  tempo - o sev  dia -  vniversos  sendo- o cosmos por dentro o mvndo integro  dvas vee ser  revi vendo- sendo  assim livre apenas  nvm dia  novtro de novo ao ovo denovo a folha denovo a flor   jamais de partida de novo ao lvmen dessacorola qve  vnem  qvandoa sim se perfazem e strela e  sva réplica ora sim  tão bela qve non replica enos bem chama e  atenção1 asim sem s er  viva alvz  sendo  ígnea e prateada  nos lembra o refvgio desde aonde ainda renascem os seres  qvais alvores e alvoradas qvais  rvbros primores qve   non dizem nada
e  sendo a nadar asi passam mais de meia  vida entria a legria desse s er   assim ancer'stra qve nos bem fala  e s em  falar asism  retombam  ecos de brio e lvz e dessa a letargia vma voz q ve os  hinos a sim bem e nos condu«vz e mais de mil vozes q ve passam velozes q vando nos  reqverem ver amais e  e«asim sedo livres e plenos na smãos os apelos deses caatres cheios d eviver nos abem a sim - bem perto e mais!
sendo cedo  asim aler a vida  descrita nvm livro a se d escrever  vma e ovtra  vez   qval réplica qvenon  svplica - qval  vida qve nons  ereplica qval campanla q ve bem a recvbra e qval assim a sima e a  cimeira e  a e ste«rada mais simples intima aprimeira!
assim em  ter sido desejado em ter-se laonjado do ser d esse enconro d esse recanto desse ser tato qve a sim bem se doa a sim bem se   evoca e  em savde e savdade asim renasce  - pelo apelo .a sim em arvore se toca  a sim a  da vida em via  de vida se s abe e plnem«no pvlmão a svs«ster qvais sas  o  tom do som do coração  em  qvatro  lvgares setro  bem prendado e em svas tres lac'vras dvas voltas e vm s+o lvgar de e strelas bordado a sim se reacende e non se s abe desde aonde e  d erepepente  asim qval o relampago e coe a sva  fronte  assim a  frontemais  intima ora amsi altaa sim sendo a  dvo a sim se  redobram non param e nem bastam   pois  assim abraçam   mvndos desde q ve a hvmanidade  sabe bem s era lembrar q ve s endo alavra  e o laivo mais antigo livro vivo ainda aond  ondeei a bandeira dessa a  INVICTA  qve fala e mas non se  deia nem se leve a ovtrolvgar ali e aonde haja nascidos natios e vivos ovçam  a voz desse sev  - em lvgar  desse sl a saber -  aspirar isirando desse  algo de claves de  favor em primor emmais de mil flores lovvor desse mais doce  recanto - cnantar assima brisa  asim bem ver e vogar ao  voltara sim - qval  se regressa a pressaa sim  a vela a arcao leme o lema eo s er qve por dnetro  jamais non trema  nem tema a sim   cego de amores a sim a  cegar a  sim chega  desde os lvvores d esde aonde  os laivos on mais param d e jorrar
essas avgoas viventes  cheias d elvz e d epaz d maores asim desde o  occidente d esde aparaia mais bem nasente asim e bem se saberão  encntrare qvando transcreveres ora snedo trabscrit aalenda apalavra alavra o labirinto da menteqve pensa e  o«non dita  apenas a sim  saberas deixar  elevar a bandeira ali e oande s eja viata e   assim  se vistam os seres dese sev doce lar d esse sev doce lvgar desde  mais prfvdo ao peito asim e smepre  saberão bem levar e ssa esse s inal  bem prfvndo e bem cheio e esse  algo alvo  assim ao centro a palpitara  sim sendo livre   qval  vm  curcvlo em  cirios cheio  assim traes  centrados  tres  hºao saber entraar e o sem nome q ve non se anvncia apenas  regressa pro entrio  dia e a note a sim - qval a lvscofvsco - asaber ser a s er ergvido a brvma renasce . as sombras se esvaem  a avrora parte - alvorada se anvncia e algo -  vm som   o regalo desse aspirar  empleno ser  o coração  assim sendo -  reacende compaião semmasi  sede  s  animar

sábado, 23 de julho de 2016

NESSE LVGAR SEM NOME - E NON DIGO AONDE NAsCEM VÍTORES DESDE AS FONTES DESSAS GENTES QVE SE PERSEVERARAM QVE PRESERVARAM O QVE NON SE CONFRONTE.... E MAIS ALÉM...



nessas linhas voga o coração sem opção compaixão assim levado
pelos mares e mareias
pelos lovvores e lvzes desses nossos  dias deste  dias de todos nós


entrelaçados entre abraços dados entre estarmos sendo - assim qval vós
assim ressoavades e indo a sim bem vindo a simas ondas domar assim advogavades
nessas orlas entrelaçadas... espirais sem terem mais confim... e assim aos pés das crianças
nesses
sevs
os
tais
olhares
e
bem
e
mais
se
d e
m o r
a v a m


mais e
assim
e
em
mim
e
em
ti
e  em
 mim
sempre  e vma vez mais qvando
 se  vejam...  qvais nos vitrais...
 qvais vi  tais
qvais nos sevs
 e
nos
cévs




 entre pares assim espelhos bem reflectidos reflectem mvndos  reflectem brios e  sevs os cântaros plenos de viver  qve dessa avgoa pvra livre e viva a sim sendo reacendendo da penas bebem... os qve... o são... pvro... ser...



... a saber - qvando e como e aonde  ainda a gente seja- da fonte desde aonde assim.... a sondas sabem ser.. a nascer!  ah! haja nascimento qve  vem e voga e renasce  sempre  qve bem nos  desperte  e assim sendo -
 - o  por dentro - se exprima e se leva ali e aonde pareça  qve se ignore esta herança  imemorial  este ser VNIVERSAL nessa simples hvmilde raiz aonde ainda se  despreenda e sem se apreender assim  nasce e tange e  ressoa...  qval lampejo desse relâmpago... qve nem se sabe nem se pode  deter...
determinar nem reter - nem retar apenas a sim ser  portejando  assim o porto de lvz e vida é em nós e tanto...





AS S I M O P E R C VR S O s e m s e r A F L VIR assim o cimo na cima deste mvndo ora no s ev de-re-dor - assim doirada prateda sempre a sim vasta para segvir e p ros se g vi r s e m d es is t ir



assim nas páginas - jamais! jamais! o amor  fica entregve nem em sina nem assim designado apenas «nvm laivo qve sendo  ponte a ponte ao pleno  do passo  desse eco  a dar e desse o fvtvro ao olhar" - simples...



FALTA aind@'
O
TEXTO
COR
       R
       IDO
qval
no flvir
desse
o
  r
     I
  o
     d
    e  s
  s e  s e
      r

d
@
'
vi
    d
@'  '@
v i v e r
     !





sexta-feira, 22 de julho de 2016

ao vogar a nascente qve vem pro dentro e jorra ai e desde sempre






ver espelhado
 - o ser  lado a lado
íntimo e bem profvndo
 e por dentro o sev
o  centro
 desse eterno
 -
mvndo
ah!...
 já há
 savdades!

dessas
   portas
       sem
        lâminas

e
 des
   s
   e
   s cânticos
qve
    s
      e
      f
      a
lam

de
 ver
  e
d
  as
entr'as
 mais
verdes

idades
 há! e
 verdades

entr'as
 mais simples
- a se ver
 ov
vir
   e
   SER

quinta-feira, 21 de julho de 2016

DESDE AS FLORES - lembrar - do betão ao coração das flores aos frvtos e desses ao lvmen - a nascente da via da vida desse ser flvente qve conflvi e nos alvmia...






Das flores
de lvz
ao sev
caminho
ma i o r
a
ma i o r  
qvando nas florestas...
qve bem também pisávamos...
e a
o p
 ois
ar m os
...
repovsados
 já
...
 
       
nos
canta
r
 e
  s
 
e s
  s
   e
    s
    o
      s
mais
plenos
nesses
 
qvais
cantei
r
 o
   s
-
jardins de ovtrora... o sendo... amenos!....  
- e sendo-o talvez nós também  o ser e  m o s
- e talvez - seremos assim @'- e @ sar a r  
 as
   s
    i
     m
      a
     m
   a
    r
     e
m o s s e m  
     m
    aIs
     !
    ...
nós a nv
nos anos
dessem ao por-vir:
nesse sev...o cev
no o  sev ser @'
se abrir e  qval
nesse o rebento
dessa
@
m
  @
  I
    s
  f
  I
   n
  @
flor qve paira e non
esmorece qval o sev
a lento...
a brisa...
 svavidade...
 des
  s
  e
 pena
e
 n
  a
   s
    v
     a
verdade a brvma
de vm novo dia:
de vm novo tema
de vma nova...
A m elodia e entrios
r e cantos des
s e alegrI@'
desses braços
em a dos
dessas gemas
dos dedos...
assim sendo
por sempre;
  e
en
  t
  r e
 p
   a s
   sos  
dados os sevs
ecos qvais
lonjanos o
sendo lvzem
          a
           p
          erta
             d
          os  as
sim
   e
qvando
e qval
   se ca
     l
      a s
    s
     e
      m
nesses nestes
ora novtros
nos mvrmvrios
des
ses seres
dissoltos    
nós nos tempos e nos
os qve bem passassem

sem te ver
sem nos ver
 e
  m
   a
 s
sIm...
des
pId
   o
    s

qvais as veredas - qvais os ovteiros qvais os sevs tevs - nossos voz em nós - abraços ...entre ' @... braços - tão belos! qve vasta vê-los e r s vivê-los...

NASCIDOS
NASCIDAS
nesses
desses
momentos
des
ses
sevs
con
viv
e
res
q
   v
      @
    ‘
i
s
as
 vias
 vnidas.    
nesse momento
e
sem mais poder
 serem sem terem
sem se temerem
e  ‘inda
assim
sendo
e
  s
     e
         r
      e
m
tempo
 sem ter de  ter
haj@’ o qverer
e se nesse
 d
   I
      l
        v
   vio ser
  Homem
 se  desfaz
or@’
s  e
  p
    er
 f
I
     z
     es
se

É N E S S E @N I M O




nesse  ânimo...
O
 qve  se
- @’
 ver
 e
se
vir
- vir@’
N
E S
S @ ‘
f
o r   ç a
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 qvando @’
‘@ e
    n
     t
     r
     e
     g
    ar
        m
            os