Música

terça-feira, 29 de novembro de 2016

poisar essa linha qve nem se sae apossar e assim nºao se apossa - linha qve se entrega qvando se desenvolva ora se desenrole o qve nela repoisa

e  desse saber antigo oh! dom  magistral! qve saber o qve digo antes de saber se sim se não ovvir com a maior  atenção e  encontrar vnião bem real  qvando  dessa dança desse ser a dançar dessa filigrana q ve pensa qve poisa  qve passa qval nvvem em sva   cor  transparente sem se ver o tal  cor ardente do qve bem se veja a sim  a svspirar e  cor mais impone«nte do qve se sente  face a face  ventre em ventre ao se encontar  esse  ser ainspirar ao ser inspirando ao  aspirarem tanto vns  qvais ovtros  vm sev doce encanto e n  svmvla se jvtam mais do qve pares  soam  vnidas lidas eprezadas soam aa mores de vida na   linha d avida própia e bem achada sem se deixar vergar apenas nessa  corola  dvpla por vezes vista por vezes não  de avreola  bóreas  norte e escvridão de avreola avrora avrea  doirada e sem ter razão e das dvas sol e lvar qve bem se entrecrvzam ao  passar  qve se doam se encontram nvma tonalidade nova e as estrelas qvias e todas despontam nesse se nessa melodia sem  ovvir nem se ver o final o horizonte deixa de  ser vma linha para ssa  a ser o bem estar olhar qvase igval o lhar qvase vencido de vm apogev sem ter  o sev ocaso  em pleno dia renascido...

aonde se elevam as iarvores pares sendo e aonde as flores dos montes e dos vales e nascem e segvem jamais "esmorescendo"...

qvase vinte anos de sonhos varados de sonhos a saber jorrar
qval de vma  a  nascente essa qve voga e se delimita 
em forma e força de derem  gente
e qve jamais  deixa de jorrar
jamais deixa de dar  
nvm só tema 
nvm só poema  
nvma melodia 
para os animar 
e  persevera 
ora a perseverar
 qvem a procvre 
a há de saber encontrar!

pois esta  te re-encontra a ti!

em cada passo no qve sorris - sorri
em cada opção na  qvedizes sim é SIM!
em cada momento sol ov vento
assim lvz de dia svvidade no lvar
assim sem nostalgia
se encontra essa ladaínha qve cresce e ora é tva ora é minha e jamais  cessa de se saber levar a lovvar e  cada palavra sendo sempre em silêncio gvardada - sedo sempre  para se encontrar e evitar a sva lavra consagrada  com sev a agrado e o tev descrito veio por ser de  bom -  ao entretecê-lo e ser de bom tom ovvi-lo e vê-lo sem rasgar  afrontas  sem  sev saber ovvir doando as svas voltas...

sem se  procvrar  cm inteligência só  o  encontrar a anterior medidda da sva tonalidade trina  nas sva cantiga a cantarolar  qvando é simples segvida  e singela nasce de aonde o tema a a vida assim ainda vá vingar....

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

livres e reqverida as mvsas e os melhores momentos em nossas vidas...

nesse abraço qve bem se apresenta nas iarvoresda rva qve nos  svstenta
nesss peqvenos logros de cada  dia
nesses seres qve sendo loiros doirados
tendo o cre e sevs cabelos  perfvmados  tantas vezes se deixam despirn adespedida  ddessasiarores desoslaio qve  nas margens qvebram aonde ev caio qvando em  óscvlos bem presentes nos beijam enqvanto viajam e nos doam  imagens coerentes sem correntes não qve vogam à mesma velocidade qve o nosso  coração apela  e q ve  nos desdobram coma capacidade de ver em verdade  vma ovvtra vereda ao noso lado tão leda...

sempre qve a anima descansa o animo se achega... e a ledícia seria qve se encontraram em silencio aonde estivessem e qve do silêncio o animo de viver libertaram

sábado, 26 de novembro de 2016

ao regressarao fonte desde o ar e do coração qve sendo de fronte se sabe ainda abraçar

regressar ao ver os poemas as poesias as tvas a sminhas  do  final ao  princípio do dia e idizer e saber crer e se elevar em s ev nome ressoar as vias das palavras devidas qvandojuntos sabemos tavamos e relemos esses brios essas passagens  nestas pastagens sem final  nas veigas os ovteiros nos rios nas margens sem final qvando  se  desleixasse o  s er ao ver as cores em verso reflectidas
os tevs olharesas pastagens  ao bem passares nas minhas a«os  arvoredos  recantos tãoledos cheios de frvtas e frvtos de vida em vida
e em nós a via a se  faze nelhor e emnós a via d avida a se alongar ainda qve a estrada parece qve permanecça  em perspectiva sem ter lvgar
qvanod  se caminha oh! fiel presente e se vejam as margens a tva qval a minha qval amelhor  avsente! e nessas doces   trevas nessas svmvm«las similiares smepre tão doces e vê-las asimao dealbar do dia  da a urora qve praceia  frina a aqvecer  qval alento apassar q val  o sbvstento qve te possa ainda inspirar  qval oodor qve sendo esperado inspirado   alegre e doce passo dado r vmo ao passadoora  a  lvz maior ao presente desse odor dessa sva chamarada a vsente e sa qve sentesetr'a a laegria e dor e qve s endo o rsorriso maior pora mais amigoo ser qve redentor advoga mais além do perigo de se parar o MVNDO INTEIRO AVOGAR e no ar a simples  pena  a simples plvma  qve sendo  cedo descreva  o lvgaraonde ainda se coadvna nesse peito descrita e a ssente nesse peito amor amar eloqvene  qve se desdobra  sem ter sede de  si apenas de ti em a nima mora e emmim  em animo a ssim ç-  trovando sem se ver a trovejar e lampejando em  lampejos de amor sem rvmor de se ovvir o vale a retombar....

desde o horar qve bem se lessse ao svl qve melhor se ovvisse e desse... regressos e regressares dos rios pintados de clarezas em clareiras ao bem veres ovvires e passares...

ao sentir ao se aspirar a chamarada oporvir ao se ovvir empleno amar assim a maresia doce e fria  qvando no delta da vida a bem se ver a abrir....o caminho do rio perpspectiva em via de vida dessas tantas gentes qve se  desleixaram e as  tantas as mais qve se dedicaram qve   viveram  nessa eterna estrada qve reflexos mais vai tecendo e qve aism  ao vento varadas as svas barcas  ena moradas e nas oradas se  vai perdendo a flor  de sva  réplica qval  a pétala  em sva svplica qval na orla em sev lvgar  qve sendo viva e terna  assim sabe  qval apenas  do ar sedente esperando qvema a conte esperando qvem a svstente... na mão  assim na palma desse ar de vida qve  depressa nas plantas se a gita e mais depressa de lés ales ora  de  nordeste  se vai ora  para svdoeste  regressa pela manhã qvando assim se vê e se descai....

na plvma qve descreve o novo ser pingente

qvando as sombras serenas  se  existem entrias nvvens apenas  svaspenas  vogam e pairame descaem  ali e oande os sonhos ainda sedentes see stendem e aonde os olhares renascem igvais  assim qval a sombra qval amensagem na pena ao se ver sep arar e se non para epaira  nos  sevs castos lvmens e  lvmes de vida ao se verem  igvcais -  ao se s aberem ao balanar a se verem a  rodopiar ao se verem ao se saber poisar qval no  ar de brisa ardetes os olhares fitanto oporesente qve a vida deixov sem  qverer s em crer sendo acrescido o crescendo assim qval ovvido nessa  svavidade silenciada a pena escolhe o caminho desssa  asva mais terna morada epoisali e aond emenos espr'avas noombro de qvem tvdo via e tvdo dava...

réplica a segvnda do nascer do sol e da sva sombra a brillar

etéreas as svas formas antes de s e transformar e  rodopios e danças de briosas formas para bem se s vsterem no ar e ao seremao segvirem svstidas em pleno amanhcere do d«ida a sim se perfilam e  se ensombrecem  son«mbras qve dançam qvando o  sol se desvanece entrias  ovtrasas b«nvvens qve vogam de volta ao amanhecer e se elevam orvalhos carregados dessa a   sva pvratreva q ve por  vezes descarrega  lampejos - remapagos de se ver ovvir e crer...