Música

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A NASCENTE O RIO DA VIDA DESDE SEMPRE SOBE FLVIR E SE ASSVMIR EM DEVIR @ VIRAGEM É POR VENTURA DE POUCA DURA E ASSIM SENDO - VOLTA A SE VER TODA A VIDA EM SI MESMA - ASSIM SEM DEFINIR

qvando @ tormenta parece estar por
todos os lados e não temos
-  nem vm@ @ncor@
para varar @ barc@
dos sonhos e do...
qve mais bem...
prezamos...

- uma  mvsica simples um movimento  suave um re-apreciar @ vida!
 essa @ qve bem nos sabe
- e quando o temor ora ao temperamento
ao centro assim bem regressar...
@  escolh@

COM @
FORÇ@
D@ VOLT@'
D@ MARÉ

 e assim trazer de volta
 o valor  qve

@ VIDA É...
@ TVA
@MINHA
@ NOSSA

V
O
Z


- NON É CONTIDA
por vezes... aparecendo
qval senda silenciada...
qual pedra - que pareça
 ...@ se desgarrar...



nvm@
planície
lonjana

redoma redonda
... 
que veja assim 
qvem vem e ama
 e
 n
Vm@
Orl@
desde esse   claro amor 
descoberta
!



assim
qval 
uma praia qve parecesse
 ser em si
alma

deserta

assim bem contar
ess'@lgo
esse amor
de mar alto
esse
qve 
rvge
...assim...


suave e calmo




@
teus pés
estórias mais
de 
mais mil sonhos
dessas mil memórias

desse mundo íntimo
desse mundo @fora
assim 
   ...nos    bem...  
ver e tocar




e
qvando
n@s
cristalinas
ondas
vagas

desse doce  mel
  esse bem 
qve 
afagas
por 
dentro @ssim



sabem mais bem que o papel 
- de palavras molhadas 
quando ao mar atiradas
 as pedras
dos passos 
das pessoas amadas 
advêm no momento

nesse 
evento 
entr'o vento

 intempestivo;
 que voga e leva tudo por dentro

 ...testemunho... 
...amor e abrigo...
 ...assim sendo
@
par
encia
 já sem 
...sentido...




nesse
"qvem" 
nesse
 "algo" 
ora 
algvém


 esse
bem
em
comvm

 ida e volta 
ser 
de 
TODOS 
NOSS@ 
SIN
@
de 
segvir a vogar e advogando uns pelos ovtros segvindo qval  rio de brio qval pagina dessa folha pedida dessa iagoa dessa a iarvore da vida assim a saber que um dia uma noite uma tal litania se  tornará assim a refazer e ao flvir das augoas ao viajar pelo mais  profundo dos apelos pelo mais simples dos rios e dos cantares desses segredos segredados esse qVe apeanas a teus pés assim sem saberes  bem quem  és sejam  assim pela força  da maresia mais ata ao chegar a praia mais deserta depositados em salvaguarda desse tev ser intimo interno integro ora a integrar @ criança  sempre terna qve  por dentro ainda bem sabe amar - sem limites que bem sabe ser abraçadas em maiores arrebites que nos traz a força do amor pleno vencedor assim  quando se despedisse e se transforma
 em
força de coragem 


E

em 
imagem de sensibilidade 


a
s
e v e 
r



@ssim 

-  

em sevs
nos cévs

braços livres
e
mais
estrelas que cintilem  além e bem já contigo
bem por dentro
aonde o coração
 se 
b
em 
re
pois@

descansa
e
s e a
b
r e
qval 
rosa
em
s e
v
 n o
s e   i o
d a
 cer T eza
d e
 ser 
te m po


 não 
a emergir
por
entri@s
 as 
ovtras veredas
nesses
por
ventvra
outros
cantares
canteiros dispares

outros contos de outras estórias 
estradas
percorridas
que 
levam
todos
e
@
nehvm
dos
tevs
(ainda por saber ver - e coar - o tev lvmen  em chama e a  vida a bem  ser e chamar)
...


lvgares
...




o      s
d
o
p
o

r
v i r 
e o s

qve
@i n d@

chegarão a sorrir  ecos de passos dados
ecos de gentes qve permanecemos

as
sim
l
I
G
@D    @S



 que 
bem
menos svspeites do peito de quem...
assim quais flores e florestas verdes de esperança -  assim  rubras dessa nossa e terna herança de humanidade assim  simples e frondosas e sendo espessas as suas lavras apenas quando bem as ouças  sejam assim clamorosas e sejam ao voltar da maré quando assim sejam - assim também o cev as veja e a ti te vê - o ser que non se vê - planeja em de-redor pro vezes parece que adeja quando   deixas entrar e bem depois se deixa em ti sonho de brio sonho vivo amaresias assim a palpitar no centro no coração universo vivo e novo qve  nasce na palma da mão - mão em mão - de vm novo 
p
o v o
 - 
q
V   E
j
@
I
r
man
da
 de 

oferece neste nesse porto
desse arco 
q
v     e
j
@
'
p
o n t e s

d
e
s e
s   e
r

f
I   l   I
@
l


@
-
f
or  ça


 qve non se esqvece porto de bem ser 
@
I l
V
m
I
n
@      R





que portas de vida
arcos de flores engalanadas garridas
simples e nãos mãos por vezes assim
b
em
segvradas

p
e l a
 c
ri
@nç@
mais


  feliz as vezes as amparasse 
quando as bem seguras

 se
elevam e levam
mensagens

ali
e
aonde
ainda

 descansava


@ 
força que tv bem esperas
e

qve por ti sempre esperava
...




 resto da vida desta via do caminho 
quanta mais vezes... passas...mais a vais sentir

(talvez com carinho talvez coma força que marca o alonjar
 uma delas que bem esteja  fora de lugar para depois 
quem sabe as e nas mãos que se sabem 
qve 
amem assim
... 
bem @ levem
...
haja
assim 
através
de 
ti 
ora através
de 
mim

ali 
ainda
aonde
...
possa estar
...
@
r

e

p
o i s
@
r
...

menos nos ferir 
menos nos inferir



e
m
er   ro
a o
n
o s     s o

 b

em   p    as
s a r @ o e c
O
...
d
e
 v i   d a 
e
m

P
L E N O
q
v e o s
p
a     s
s O s
a I n
d
@

convidam
ainda
assim

a  s
sIm
@
:
c
e
l
e
b
r   @   r



...




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