Quando há a aposta clara - do ser que se sente - em se lançar na aventura da vida de mão dada - então o caminho se transforma... se faz diferente:
todo o mundo fica do avesso porque és aquilo que vês... és o amor que sentes...
E as crianças sorriem, e as árvores falam... e os pastos verdejantes são oceanos de vida em ti... e todas as florestas e festas, todos os momentos de luz e paixão... todos.. todos... são momentos de devoção:
à luz que ilumina a tua estrada - sem a qual és quase tanto como nada - ao AMOR MAIOR que o teu nome Clama...
Depois vem o tempo no que se te pede para mostrar coragem, determinação e discernimento...
O tempo no que te mostras preparado para acolher o dom;
O tempo no que maduras a tua soberana opção - aquele tempo no que demonstras - a ninguém mais do que a ti mesmo - que é verdadeiramente o amor o sentido do rteu caminhar... e esse amor tem um nome, ocupa um corpo, uma certa personalidade... um certo ser particular...
Aparecem as vozes do mais fácil... os caminhos alternativos... vozes do mundo que já tinhas deixado atrás procurando te cativar...
Prova viva da verdade que em ti aninha e que procura encontro pleno com a tua forme determinação em avançar...
Tantos desvios... tantos caminhos... tantas caras meigas esperando o teu desvelo.... tantas curvas que - inquietantes - aguardam que as descubras, explores e por elas partas...
Tanto que fazer, dizer, sentir... tantas batalhas a travar...
E - uma a uma - comaças a tropeçar... nas pedras do caminho... na TUA forma de andar...
Pensar porque se passa tudo isto... porque - de repente - o mundo ficou tão baçºo e confuso... e porque a noite ameaça cair... que falta ali?..
E vêm os moemntos de extrema solidão - os ecos e mundos vários trespassam teu coração... até que - de repente - no meio da noite escura - lembras:
ONDE ESTÁ A MÃO EM MINHA MÃO?
Que é feito do coração que latiu no meu coração?
Que fiz de ti - ser amado - para te deixar de lado no meio deste enorme confusão - de gente que pisa e cai, de pessoas à nora procurando uma estrala que as devolva a casa, de vidas perdidas em corridas infinitas para o abismo do nada que tudo devora?...
Onde estás ser amado - porque te deixei? Em que curva em que esquina me encantei? Onde uma outra luz cegou o meu olhar? Em que momento deixei de me precatar de que TU - sim TU - minha vida e minha luz - já não estavas ao meu lado neste precioso caminhar?
Vale a pena pensar.. por vezes é uma pedrinha.. que se mete no sapato... e que nos vai fazendo ficar nervosos, irritados, passados, chateados - e que nos obriga a descarregar o mal estar em quam nos quer bem e nos ampara desde que começamos a andar...
Então é preciso parar... olhar para dentro... compreender - qual a espinha cravada cuja dor aguda se crava no centro da existência recentemente escolhida e- LOGO ALI - arrancar com a força do fogo da vontade - toda a mácula que se escondia debaixo dessa ferida fria... e deixar que drene aquilo que ali se escondia... sob preço de - um dia - já não mais ver aquele ou aquela que juramos com corpo, coração, intenção- guadar e respeitar no nosso caminho de regresso a CASA...
Abraço!
Complementando @ Presente Unindo @ Futuro SENDO ...Presente ALÉM DOS MATERIAIS CAMINHOS @ SENDO @ PRESENTE @ CAMINHO - VI&@ SENTID@ EM TI E MIM @IND@ ESPER @
Música
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Enquanto TU existires
Enquanto houver : uma pinga de consciência acerca do amor que queremos seguir...
Uma réstia de vontade para encontrar a coragem de o fazer surgir...
A coerência do compromisso e o risco assumido de sofrer no caminho ao procurar o Sol raiar...
Enquanto houver momentos - pequenos - com poder de limpar as memórias do dia e dar sentido a um lento e incerto vagar...
Enquanto homens e mulheres precisarem uns dos outros - no sentido do seu verdadeiro complemento... então há esperança de ENCONTRAR
Esse ombro amigo no que chorar, esse peito no que se aconchegar, esse abraço onde pertencer, essa mão firme na que confiar... esse olhar que nos vê... nos sabe e - mesmo assim - nos crê...
Esse sorriso quando custa até falar, ou esse gesto amigo mesmo quando apetecia fugir ou confrontar...
Aqueles momentos sinceros - na intensidade e no sublime embalar - nos que vamos além dos medos e arriscamos a ciência de amar...
Enquanto houver - TU e EU - com os nossos "mas" e as nossas cosias menos más... haverá esperança para este mundo a girar... depressa demais...
No abraço começa a luz do nosso viver
Uma réstia de vontade para encontrar a coragem de o fazer surgir...
A coerência do compromisso e o risco assumido de sofrer no caminho ao procurar o Sol raiar...
Enquanto houver momentos - pequenos - com poder de limpar as memórias do dia e dar sentido a um lento e incerto vagar...
Enquanto homens e mulheres precisarem uns dos outros - no sentido do seu verdadeiro complemento... então há esperança de ENCONTRAR
Esse ombro amigo no que chorar, esse peito no que se aconchegar, esse abraço onde pertencer, essa mão firme na que confiar... esse olhar que nos vê... nos sabe e - mesmo assim - nos crê...
Esse sorriso quando custa até falar, ou esse gesto amigo mesmo quando apetecia fugir ou confrontar...
Aqueles momentos sinceros - na intensidade e no sublime embalar - nos que vamos além dos medos e arriscamos a ciência de amar...
Enquanto houver - TU e EU - com os nossos "mas" e as nossas cosias menos más... haverá esperança para este mundo a girar... depressa demais...
No abraço começa a luz do nosso viver
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
O templo do amor - um abraço dourado
O sentir...
Entregues a uma tempestade... o mar da vida desfazendo castelos antergos onde - por motivos incertos - nos refugiamos procurando aconchego das sombras que nos atacam em segredo e que nos vão dreando a alma, a vida e alegria de viver... de ser... de estar... de crescer a teu lado...
No entanto, apareceu algo - um momento providencial - Kairos: o tempo original - e expandimos para além da mente... eis o portal por onde entramos tu e eu... numa sala vazia, numa ausência de melodia... apenas despertamos num abraço e - nesse aconchego- nesse pedaço de ser; apostamos a vida e aquilo que há a viver...
E depois vem as tempestades e temporais - nas quais o leme parece estar desgovernado, nos que ainda não encontramos o momento de estar lado a lado... até que as nossas velas tenham sido todas aparelhadas para que o vento da vida sopre com todo o seu primor em direcção ao mundo que passa além da dor...
Vamos descobrindo o Homem do leme - esse ser que viaja em nós e nada teme... que se vai revelando em cada crise e em cada momento de risco e passo arriscado- em direcção ao nosso encontro, ao nosso abraço e ao nosso tempo sonhado...
Ondas de paixão - porque houve um agradecer todo o carinho e desvelo pela refeição preparada. Porque houve palavras ternas e intensa devoção nos momentos de maior paixão, naqueles no que tudo se queima e fica eapenas a verdade nua do ser que se é...
No abraço que te garante "não estás só" - algo mais forte abraça através dos braços que somos "nós" - na pele e no rosto de um outro que aprendo a amar em cada dia, cada sintonia ou cada momento de frustração...
Porque não desistimos depois sorrimos... porque parece difícil e muitas vezes reiteramos - os mesmos buracos, e saltos passados... esperando que sejam caminho de vida ou verdade - quando sabemos que apenas vêm do medo e que é a coragem de amar com critério que nos vai arrancar do cemitério de querer dominar aquilo que nos marca para a liberdade...
Porque embalamos e te atreves a me agarrar... porque vais vencendo o medo - tal como me vieste ensinar - de agarrar com intenso desejo e vontade de te entregar... e eu sorrio por dentro e vibro contigo à medida que somos mais companheiros e que o caminho se faz trilho do reconhecer por dentro para nos reunir...
É esse pequeno desbravar - de todas as rotinas que drenam pedaços - segundos de vida feitos de sorrisos ou abraços - que nos cabe endireitar... pois são esses momentos destinados ao nosso amar.
É esse colaborar - sentir que se ouvem nossos passos a dois em cada decisão arriscada que confrontarmos nestes estrada do caminho da vida que desejamos partilhar...
É o ver que - em cada dia - há mais luz e alegria - mais vida nesse teu rosto adorado, no nosso ser e espaço sagrado; que se desperta para a consciência do quanto há ainda a fazer e viver para o ajudar a germinar.... como o dever de zelo no sentido de nos salvaguardar...
E é este o nosso caminho - marcar horizonte, apontar rumo e destino - erguer o olhar e sorri ao caminhar. Mente aberta, consciência desperta para todas as pedras que nos vão fazer tropeçar... aprender a rir quando ganhamos e aprender a erguer e chorar quando caímos e ha alguma parte do nós que ficou no "magoar"...
É ir limpando os vidrinhos da nossa casa comum - das teias de aranha passadas e dos ruídos do tempo que levam longe do que nos une, liberta e nos ergue...
É entrelaçar os sonhos de que sonha frontalidade, transparência total, entrega, honestidade e ecompromisso com o enlevo do detalhe e o subtil deixar-se levar pelo ser que se forma no abraço conjunto do nosso amar...
E - neste caminho - no que aprendemos - incipientes - a dar passos seguros para depois poder até dançar, correr, saltar e exultar: é entender as derrotas como portas abertas para a luz que é nossa e que espera a atitude certa para a podermos atravessar... os dois... sempre os dois...
Um abraço ao ser Feminino que se entrega - sem a tua VIDA oh EVA! - o Adão moderno está perdido na treva da falta de sentimento e da obtusa compulsão do poder sem a razão do coração...
E tu, sem o seu abraço forte, sem o aperto de vida que espante de ti a morte, te transformas num ser bizarro - meio masculino, meio macho- no que não se conjuga nem a total força da tua vida feminina nem a total essencia do poder sólido da coluna masculina... um aparato complexo - tão confuso que se torna impossível entregar o ser para amar...
Duas colunas que se abraçam e- no seu conjugar - está ao sustento do templo que chamamos "amar"...
Entregues a uma tempestade... o mar da vida desfazendo castelos antergos onde - por motivos incertos - nos refugiamos procurando aconchego das sombras que nos atacam em segredo e que nos vão dreando a alma, a vida e alegria de viver... de ser... de estar... de crescer a teu lado...
No entanto, apareceu algo - um momento providencial - Kairos: o tempo original - e expandimos para além da mente... eis o portal por onde entramos tu e eu... numa sala vazia, numa ausência de melodia... apenas despertamos num abraço e - nesse aconchego- nesse pedaço de ser; apostamos a vida e aquilo que há a viver...
E depois vem as tempestades e temporais - nas quais o leme parece estar desgovernado, nos que ainda não encontramos o momento de estar lado a lado... até que as nossas velas tenham sido todas aparelhadas para que o vento da vida sopre com todo o seu primor em direcção ao mundo que passa além da dor...
Vamos descobrindo o Homem do leme - esse ser que viaja em nós e nada teme... que se vai revelando em cada crise e em cada momento de risco e passo arriscado- em direcção ao nosso encontro, ao nosso abraço e ao nosso tempo sonhado...
Ondas de paixão - porque houve um agradecer todo o carinho e desvelo pela refeição preparada. Porque houve palavras ternas e intensa devoção nos momentos de maior paixão, naqueles no que tudo se queima e fica eapenas a verdade nua do ser que se é...
No abraço que te garante "não estás só" - algo mais forte abraça através dos braços que somos "nós" - na pele e no rosto de um outro que aprendo a amar em cada dia, cada sintonia ou cada momento de frustração...
Porque não desistimos depois sorrimos... porque parece difícil e muitas vezes reiteramos - os mesmos buracos, e saltos passados... esperando que sejam caminho de vida ou verdade - quando sabemos que apenas vêm do medo e que é a coragem de amar com critério que nos vai arrancar do cemitério de querer dominar aquilo que nos marca para a liberdade...
Porque embalamos e te atreves a me agarrar... porque vais vencendo o medo - tal como me vieste ensinar - de agarrar com intenso desejo e vontade de te entregar... e eu sorrio por dentro e vibro contigo à medida que somos mais companheiros e que o caminho se faz trilho do reconhecer por dentro para nos reunir...
É esse pequeno desbravar - de todas as rotinas que drenam pedaços - segundos de vida feitos de sorrisos ou abraços - que nos cabe endireitar... pois são esses momentos destinados ao nosso amar.
É esse colaborar - sentir que se ouvem nossos passos a dois em cada decisão arriscada que confrontarmos nestes estrada do caminho da vida que desejamos partilhar...
É o ver que - em cada dia - há mais luz e alegria - mais vida nesse teu rosto adorado, no nosso ser e espaço sagrado; que se desperta para a consciência do quanto há ainda a fazer e viver para o ajudar a germinar.... como o dever de zelo no sentido de nos salvaguardar...
E é este o nosso caminho - marcar horizonte, apontar rumo e destino - erguer o olhar e sorri ao caminhar. Mente aberta, consciência desperta para todas as pedras que nos vão fazer tropeçar... aprender a rir quando ganhamos e aprender a erguer e chorar quando caímos e ha alguma parte do nós que ficou no "magoar"...
É ir limpando os vidrinhos da nossa casa comum - das teias de aranha passadas e dos ruídos do tempo que levam longe do que nos une, liberta e nos ergue...
É entrelaçar os sonhos de que sonha frontalidade, transparência total, entrega, honestidade e ecompromisso com o enlevo do detalhe e o subtil deixar-se levar pelo ser que se forma no abraço conjunto do nosso amar...
E - neste caminho - no que aprendemos - incipientes - a dar passos seguros para depois poder até dançar, correr, saltar e exultar: é entender as derrotas como portas abertas para a luz que é nossa e que espera a atitude certa para a podermos atravessar... os dois... sempre os dois...
Um abraço ao ser Feminino que se entrega - sem a tua VIDA oh EVA! - o Adão moderno está perdido na treva da falta de sentimento e da obtusa compulsão do poder sem a razão do coração...
E tu, sem o seu abraço forte, sem o aperto de vida que espante de ti a morte, te transformas num ser bizarro - meio masculino, meio macho- no que não se conjuga nem a total força da tua vida feminina nem a total essencia do poder sólido da coluna masculina... um aparato complexo - tão confuso que se torna impossível entregar o ser para amar...
Duas colunas que se abraçam e- no seu conjugar - está ao sustento do templo que chamamos "amar"...
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O Amor que se Alimenta
O teu AMOR – manifesto na RELAÇÃO com o homem/ mulher que escolhes em cada dia – o mesmo que escolheste um dia… é algo assim como a planta - rega-a com esmero;
Como o TEU FILHO - não deixes NUNCA de o alimentar... cada 2-3 horas há uma mamada... imagina se te desleixasses um ou outro dia e a criança não tivesse o "dom" de chorar...
Se o desleixo se tornasse hábito ou assim se pudesse tornar... ias deixar o ser esmorecer e o ser ia-se deixar arrastar...
Eu choro - acredita que choro. Acho estranho - por vezes - não te ver a chorar... sem alimento não se vive e - O NOSSO AMOR É O NOSSO ALIMENTO...
Quando ambos sentirmos assim - então a relação está garantida para durar - porque ninguém se esquece de respirar, nem o coração de bater - a não ser quando é mesmo para passar... para parar... para morrer...
Como a nossa relação é para durar - eu sei que vais lembrar... não porque um relógio apita, ou um computador to dita ou um lembrete te faz despertar...
SIMPLESMENTE - porque é o teu Sangue... é a tua vida... que se esvai no ar...
Até logo - cada berro meu é um pedaço de dor... tal como cada sorriso é um momento de louvor...
Se sorrio - já sabes porquê... sorrir em nós é belo e eu não o nego...
Como diria a Florbela "dizê-lo cantando a Toda a gente..." - e "Toda a gente” - por razões mais do que óbvias - começa em TI... se algum dia não for assim, algo cá dentro - neste amor que irradia e palpita - teve um fim e virou do avesso...
Como o TEU FILHO - não deixes NUNCA de o alimentar... cada 2-3 horas há uma mamada... imagina se te desleixasses um ou outro dia e a criança não tivesse o "dom" de chorar...
Se o desleixo se tornasse hábito ou assim se pudesse tornar... ias deixar o ser esmorecer e o ser ia-se deixar arrastar...
Eu choro - acredita que choro. Acho estranho - por vezes - não te ver a chorar... sem alimento não se vive e - O NOSSO AMOR É O NOSSO ALIMENTO...
Quando ambos sentirmos assim - então a relação está garantida para durar - porque ninguém se esquece de respirar, nem o coração de bater - a não ser quando é mesmo para passar... para parar... para morrer...
Como a nossa relação é para durar - eu sei que vais lembrar... não porque um relógio apita, ou um computador to dita ou um lembrete te faz despertar...
SIMPLESMENTE - porque é o teu Sangue... é a tua vida... que se esvai no ar...
Até logo - cada berro meu é um pedaço de dor... tal como cada sorriso é um momento de louvor...
Se sorrio - já sabes porquê... sorrir em nós é belo e eu não o nego...
Como diria a Florbela "dizê-lo cantando a Toda a gente..." - e "Toda a gente” - por razões mais do que óbvias - começa em TI... se algum dia não for assim, algo cá dentro - neste amor que irradia e palpita - teve um fim e virou do avesso...
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Rio de Amor
Onde estás?
Quando desperto pela manhã... onde estás?...
Ouço o chuveiro... depois o secador; toda uma hora sem te ver... desde que saíste do nosso aconchego...
até que me envias um beijo timbrado pela voz contida de início de dia... algures detrás da armadura acinzentada que roube o brilho da tua cara e faz com que tenhas esse olhar que assusta...
És a mesma de Ontem?!?
De certeza?...
Ontem sorrias... como uma mulher criança...
Ontem entre os teus braços me envolvias... como se fosse o dom mais precioso que pudesse existir neste mundo vasto e variado - com caminhos que levam a este ou outro lado...
Hoje...
Hoje é Segunda - eu sei; é Dia da Lua... dia vazio - quando ontem foi de Sol... pleno... eu sei...
Hoje é dia no que me saúdas com timidez... noto como vacilas... como duvidas - não sabes o que fazer, onde me tocar, como me amar... como voltar a dizer - a frio e sem temer - que é meu o teu querer... a tua vida, o teu ser...
Não te sinto... estás vacilante... - eras faz pouco comprometida com o nosso mundo, o nosso projecto... com a alegria coma que deitávamos ontem... umas horas atrás...
Levanto, a porta encostada... duvido (vai ser sempre assim? Vai ser sempre esta representação vazia - na que me olhas cinco minutos deste dia e te trancas frente ao espelho toda uma hora? Que se ama aqui afnal?
Uma ideia, uma abstração... uma pessoa real?!
Preparas o teu dia... preparas armas e armadura: do cabelo até à cintura - sem esquecer os pés... e dizes que não crês em lutar?...
Fico pela sala a deambular ... de um lado para o outro... confuso...
Faláramos do mesmo na semana passada - quase romperamos... porque a armadura de distância - a coisa fria e rara - tinha penetrado tão profundo que até a nossa querida intimidade era medida e avaliada pela mente que controla a rotina do dia a dia e que nos faz seres indiferentes...
E eu - que também sou guardião e pilar do nosso coração, da nossa querida relação - mais não posso do que fazer-me sentir... do que transmitir por palavras e gestos o que se passa quando nos ligamos até quase tocar o coração, quando vivemos o SEU sorriso real e depois abdicamos de tudo, deixamos os sonho de lado, e ficamos assim - aparentemente lado a lado: mas de facto impactados dentro da armadura prateada de uma hora concentrada a deixar tudo e todos lá fora...
Até eu...
E assim fico... assim... sem saber que fazer; se entrar na casa de banho e te interromper... abraçar-te, beijar-te e dizer-te: mais uma vez - que és o mais imnportante e por isso dói ver como se relativiza: tão fácil ! - o tesouro da vida que algo depositou na nossa existência...
Talvez porque - cada momento no que me "esqueço" de te beijar e adorar pela manhã, cada momento no que não houve aconchego no deitar - é um momento mais perto das névoas ... desse campo minado que nos separa de forma subtil e no que tantos casais entram "por via das circunstâncias" até se perder no seu caminho a dois...
Não por que não se amem - simplesmente pela mescla de ingenuidade e obtusa testarudez para não notar que - o mais importante - deve ocupar o máximo de atenção e tempo de um dia para não se transformar no aleatório ou complementar e depois começar a escorrer para o banal com laivos de comportamento artificial que se começa a não tolerar até que se quer mesmo é perder...
Daqui a que um dos membros do casal sinta que já não é tomado em consideração, olhado com intensa devoção, ou que é o verdadeiro centro da existência do outro (por muitos outros pequenos planetóides que orbitem em seu redor - como família, paixões, afazeres, ocupações ) vai um passo...
e a relação começa a esmorecer e aparecem as as opções conscientes levando a que os amantes se separem;
"O tempo e dedicação que deste à tua rosa foi o que fez a tua Rosa especial" A. S. Exupéry
Estas "coisices" são verdades a decorar - pena que não se aprenda na escola da Madre "escolástica";
Lembro uma experiência de um senhor chamado "Emoto" descrita num livro - "mensagens na água".
Nele se descrevia uma experiência com sementes de arroz que haviam sido distribuídas pelos lares de alunos de escolas Japonesas.
A questão é que - em cada casa - se colocavam duas sementes - cada uma num copo com água.
A uma delas eram oferecidas palavras e emoções "positivas" enquanto que à outra eram dadas palavras e emoções "negativas".
A semente exposta à "negatividade" esmorecia rápidamente enquanto que a outra germinava - mesmo tendo ambas o mesmo "alimento".
Este facto curioso levou ao desenvolvimento de uma segunda fase da experiência - na qual uma terceira semente era acrescentada ao ambiente das casas só que - ao contrário das duas primeiras - a esta terceira semente era negada qualquer atenção.
Ficava apenas com a água na que estava mergulhada...
Aqui a questão ia mais fundo, pois a terceira semente definhava, e definhava ainda mais depressa do que aquela exposta à "negatividade"...
Como uma semente, a relação de casal necessita de exposição a "positividade" de forma contínua, proveitosa, e profunda.
Não apenas a gestos casuais ou a momentos "arranjados" à última da hora - mas sim a momentos desejados, com intensidade: de forma constante e que impliquem o ser humano que gera as situações de atenção PRIVILEGIADA e aquele que as recebe...
Como uma semente - a relação de amor humano - apesar de aparecer no terreno "propício" por obra da grande força que nos gera e nutre - implica o "sim" diário, claro e constante de quem se COMPROMETE - é esta a divisória entre o humano: com livre arbítrio e o animal: orientado pelo instintivo/ hormonal...
Manter a relação viva - e nutridora - implica momentos de atenção especial, de qualidade... implica tempo, devoção, vontade, entrega e criatividade para variar as formas como se demonstra e vive o amor no que se mergulha por fé...
Implica Constancia e perseverança - é um caminho que se faz dia a dia, passo a passo - e que leva à libertação dos medos, duvidas e da própria sensação de morte que tantas vezes o ego usa para nos prender, limitar e torturar...
O amor humano é o caminho da VIDA - implica o ser humano integral e os implica POR INTEIRO...
Por isso são tão raros os casos... lembro um...
Um casal de idosos - lindos eles;
Simpáticos e com rostos "de meninos" se se pudesse colocar a questão desta maneira.
Lembro que o homem do casal esmoreceu numa Quinta-feira... "passou" durante o fim de semana...
Foi algo simples... leve... fácil... como uma brisa que se fosse afastando... até se diluir...
Já tenho visto gente "passar" e algumas passagens são doentias... meses e meses a apodrecer o corpo e a esmorecer o nicho familiar onde este se encontra...
Este passou - suponho - nas asas do amor;
Ela "passou" três dias depois.
Encontramo-la "adormecida na cama que fora do marido.
Ainda vestida...
A união e entrosamento destes dois seres elevou-os sobre o medo...
O Amor liberta e expande o orizonte da vida - ainda que pareça uma rotina fechada sem grandes coisas garridas...
Ao contrário de um shopping de emoções intensas, apresenta uma placidez serena e constante que - com a entrega - vai entranhando os seres amantes...
As faces mudam e se fazem iguais...
Falta neste tempo - acreditar...
Falta neste tempo - parar...
Ovir a voz do interior - o apelo ancestral do abraço para com o ser amado;
A necessidade intrínseca de o encontrar - como se do próprio ar que se respira se tratasse... e se afogasse se o não pode vivenciar...
E vivenciar é por inteiro - não é virtual; não é uma voz, nem uma imagem, nem um toquen... é por INTEIRO: por isso se ama e se entrega um ser - por inteiro...
E é aprender por ser, por sentir -por um saber que vem de dentro;
É esquecer as teorias - vazias - de seres que aprenderam em sebentas a gerir as vidas alheias... tantas vezes com as suas tão plenas como garrafas vazias perdidas na areia...
É crer - com corpo e alme: que é esse o nosso caminho ser lindo; e agir com a coragem do leão que luta e desgarra para defender a prole e o seu direito ao espaço para existir...
É assim que que nos vamos encontrando... dando tudo por tudo pelo nosso mundo...
O mundo não de um ser individual que se encontra com outro ser individual - esta é a mentira que vem do individualismo de consumo (consomem mais dois seres independentes partilhando relação do que dois seres em casal);
Mas um mundo de dois seres VOCACIONADOS para o amor que UNE; para o amor que FUNDE e que INTEGRA o ser humano na sua HUMANA e verdadeira CONDIÇÃO - para além do medo da morte, da dor e do sofrimento da solidão...
Um amor que depois se MULTIPLICA e EXPANDE da forma mais natural... como a água de um rio em direcção ao seu Mar....
Quando desperto pela manhã... onde estás?...
Ouço o chuveiro... depois o secador; toda uma hora sem te ver... desde que saíste do nosso aconchego...
até que me envias um beijo timbrado pela voz contida de início de dia... algures detrás da armadura acinzentada que roube o brilho da tua cara e faz com que tenhas esse olhar que assusta...
És a mesma de Ontem?!?
De certeza?...
Ontem sorrias... como uma mulher criança...
Ontem entre os teus braços me envolvias... como se fosse o dom mais precioso que pudesse existir neste mundo vasto e variado - com caminhos que levam a este ou outro lado...
Hoje...
Hoje é Segunda - eu sei; é Dia da Lua... dia vazio - quando ontem foi de Sol... pleno... eu sei...
Hoje é dia no que me saúdas com timidez... noto como vacilas... como duvidas - não sabes o que fazer, onde me tocar, como me amar... como voltar a dizer - a frio e sem temer - que é meu o teu querer... a tua vida, o teu ser...
Não te sinto... estás vacilante... - eras faz pouco comprometida com o nosso mundo, o nosso projecto... com a alegria coma que deitávamos ontem... umas horas atrás...
Levanto, a porta encostada... duvido (vai ser sempre assim? Vai ser sempre esta representação vazia - na que me olhas cinco minutos deste dia e te trancas frente ao espelho toda uma hora? Que se ama aqui afnal?
Uma ideia, uma abstração... uma pessoa real?!
Preparas o teu dia... preparas armas e armadura: do cabelo até à cintura - sem esquecer os pés... e dizes que não crês em lutar?...
Fico pela sala a deambular ... de um lado para o outro... confuso...
Faláramos do mesmo na semana passada - quase romperamos... porque a armadura de distância - a coisa fria e rara - tinha penetrado tão profundo que até a nossa querida intimidade era medida e avaliada pela mente que controla a rotina do dia a dia e que nos faz seres indiferentes...
E eu - que também sou guardião e pilar do nosso coração, da nossa querida relação - mais não posso do que fazer-me sentir... do que transmitir por palavras e gestos o que se passa quando nos ligamos até quase tocar o coração, quando vivemos o SEU sorriso real e depois abdicamos de tudo, deixamos os sonho de lado, e ficamos assim - aparentemente lado a lado: mas de facto impactados dentro da armadura prateada de uma hora concentrada a deixar tudo e todos lá fora...
Até eu...
E assim fico... assim... sem saber que fazer; se entrar na casa de banho e te interromper... abraçar-te, beijar-te e dizer-te: mais uma vez - que és o mais imnportante e por isso dói ver como se relativiza: tão fácil ! - o tesouro da vida que algo depositou na nossa existência...
Talvez porque - cada momento no que me "esqueço" de te beijar e adorar pela manhã, cada momento no que não houve aconchego no deitar - é um momento mais perto das névoas ... desse campo minado que nos separa de forma subtil e no que tantos casais entram "por via das circunstâncias" até se perder no seu caminho a dois...
Não por que não se amem - simplesmente pela mescla de ingenuidade e obtusa testarudez para não notar que - o mais importante - deve ocupar o máximo de atenção e tempo de um dia para não se transformar no aleatório ou complementar e depois começar a escorrer para o banal com laivos de comportamento artificial que se começa a não tolerar até que se quer mesmo é perder...
Daqui a que um dos membros do casal sinta que já não é tomado em consideração, olhado com intensa devoção, ou que é o verdadeiro centro da existência do outro (por muitos outros pequenos planetóides que orbitem em seu redor - como família, paixões, afazeres, ocupações ) vai um passo...
e a relação começa a esmorecer e aparecem as as opções conscientes levando a que os amantes se separem;
"O tempo e dedicação que deste à tua rosa foi o que fez a tua Rosa especial" A. S. Exupéry
Estas "coisices" são verdades a decorar - pena que não se aprenda na escola da Madre "escolástica";
Lembro uma experiência de um senhor chamado "Emoto" descrita num livro - "mensagens na água".
Nele se descrevia uma experiência com sementes de arroz que haviam sido distribuídas pelos lares de alunos de escolas Japonesas.
A questão é que - em cada casa - se colocavam duas sementes - cada uma num copo com água.
A uma delas eram oferecidas palavras e emoções "positivas" enquanto que à outra eram dadas palavras e emoções "negativas".
A semente exposta à "negatividade" esmorecia rápidamente enquanto que a outra germinava - mesmo tendo ambas o mesmo "alimento".
Este facto curioso levou ao desenvolvimento de uma segunda fase da experiência - na qual uma terceira semente era acrescentada ao ambiente das casas só que - ao contrário das duas primeiras - a esta terceira semente era negada qualquer atenção.
Ficava apenas com a água na que estava mergulhada...
Aqui a questão ia mais fundo, pois a terceira semente definhava, e definhava ainda mais depressa do que aquela exposta à "negatividade"...
Como uma semente, a relação de casal necessita de exposição a "positividade" de forma contínua, proveitosa, e profunda.
Não apenas a gestos casuais ou a momentos "arranjados" à última da hora - mas sim a momentos desejados, com intensidade: de forma constante e que impliquem o ser humano que gera as situações de atenção PRIVILEGIADA e aquele que as recebe...
Como uma semente - a relação de amor humano - apesar de aparecer no terreno "propício" por obra da grande força que nos gera e nutre - implica o "sim" diário, claro e constante de quem se COMPROMETE - é esta a divisória entre o humano: com livre arbítrio e o animal: orientado pelo instintivo/ hormonal...
Manter a relação viva - e nutridora - implica momentos de atenção especial, de qualidade... implica tempo, devoção, vontade, entrega e criatividade para variar as formas como se demonstra e vive o amor no que se mergulha por fé...
Implica Constancia e perseverança - é um caminho que se faz dia a dia, passo a passo - e que leva à libertação dos medos, duvidas e da própria sensação de morte que tantas vezes o ego usa para nos prender, limitar e torturar...
O amor humano é o caminho da VIDA - implica o ser humano integral e os implica POR INTEIRO...
Por isso são tão raros os casos... lembro um...
Um casal de idosos - lindos eles;
Simpáticos e com rostos "de meninos" se se pudesse colocar a questão desta maneira.
Lembro que o homem do casal esmoreceu numa Quinta-feira... "passou" durante o fim de semana...
Foi algo simples... leve... fácil... como uma brisa que se fosse afastando... até se diluir...
Já tenho visto gente "passar" e algumas passagens são doentias... meses e meses a apodrecer o corpo e a esmorecer o nicho familiar onde este se encontra...
Este passou - suponho - nas asas do amor;
Ela "passou" três dias depois.
Encontramo-la "adormecida na cama que fora do marido.
Ainda vestida...
A união e entrosamento destes dois seres elevou-os sobre o medo...
O Amor liberta e expande o orizonte da vida - ainda que pareça uma rotina fechada sem grandes coisas garridas...
Ao contrário de um shopping de emoções intensas, apresenta uma placidez serena e constante que - com a entrega - vai entranhando os seres amantes...
As faces mudam e se fazem iguais...
Falta neste tempo - acreditar...
Falta neste tempo - parar...
Ovir a voz do interior - o apelo ancestral do abraço para com o ser amado;
A necessidade intrínseca de o encontrar - como se do próprio ar que se respira se tratasse... e se afogasse se o não pode vivenciar...
E vivenciar é por inteiro - não é virtual; não é uma voz, nem uma imagem, nem um toquen... é por INTEIRO: por isso se ama e se entrega um ser - por inteiro...
E é aprender por ser, por sentir -por um saber que vem de dentro;
É esquecer as teorias - vazias - de seres que aprenderam em sebentas a gerir as vidas alheias... tantas vezes com as suas tão plenas como garrafas vazias perdidas na areia...
É crer - com corpo e alme: que é esse o nosso caminho ser lindo; e agir com a coragem do leão que luta e desgarra para defender a prole e o seu direito ao espaço para existir...
É assim que que nos vamos encontrando... dando tudo por tudo pelo nosso mundo...
O mundo não de um ser individual que se encontra com outro ser individual - esta é a mentira que vem do individualismo de consumo (consomem mais dois seres independentes partilhando relação do que dois seres em casal);
Mas um mundo de dois seres VOCACIONADOS para o amor que UNE; para o amor que FUNDE e que INTEGRA o ser humano na sua HUMANA e verdadeira CONDIÇÃO - para além do medo da morte, da dor e do sofrimento da solidão...
Um amor que depois se MULTIPLICA e EXPANDE da forma mais natural... como a água de um rio em direcção ao seu Mar....
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Sin Miedo a Nada
Quando vem a mentira e nos cega... nos sibila ao ouvido todas as sombras que reconhece... obstruindo a luz que Une e Liberta e deixando entrever aquilo que ela planta como semente no coração humano:
dúvida, falta de fé... Medo;
Medo de agir... medo de arriscar... medo de abrir as asas e voar...
Medo de assumir, de se comprometer, de se entregar...
Ás vezes confrontamos a mentira com o "ignorar"... outras - nela somos mergulhados até que a rotina se transforma na "Santa mentira" e começamos a desculpar-nos... e inventamos:
dessensibilizados, podemos ir onde quer que seja...
Os não humanos, quando não lutamos por aquilo que é mais sagrado ou venerado, perdemo-nos no labirinto dos dias e das horas vazias - iguais a todas as outras horas do dia; predados pelas compulsões sem alvo ou destino, das situações sem jeito que emanan da mente doentia separada da sua fonte intrínseca... a razão de viver:
amar Integralmente...
A mentira - que está em todos nós - da social à elaborada, da política à dos média... passando pelas relações a meias entre casais e todo o corolário de um rio pleno de lixo vai sem vida - esmorecendo sua água poluída - baixo os condicionamentos do momento... transformando a vontade no ser animal que vai em direcção a um Mar que se encontra no Sul da nossa existência... o local onde a Luz nunca se ergue e tudo é cinza e igual...
Eu não quero que te percas nesse Mar - tu que lês, tu que sabes... tu que amas... tu que me vês...
Entre os cegos que guiam Cegos:
porque nunca lá chegaram... porque em si não têm gravados os símbolos Ígneos da sua iniciação; vamos navegando no universo das loucuras sem razão... dos desatinos e desvios que nos invadem constantemente... que fazem da "normalidade" um aproximar da "normatividade": e o ser que é gerado para a liberdade e o amor é condicionado e subtilmente encadeado na ditadura normativa e no conceito de normalidade..
Números meus caros!... Numeros!
Agora:
haverá uma força o suficientemente poçante que estilhace desde dentro os espelhos de mentira que encadeiam a consciência a um espectáculo contínuo de prestidigitação da existência?
Haverá uma luz dourada que eclipse as luzes que - sonâmbulas - se passeiam com todo o seu fulgor - guiando - como fogos fátuos - o Viajante nas florestas da vida, perdendo-o sem verdadeiro amor?
Haverá um compromisso mais alto - que fale de Verdade - do que ser entregue: para além de qualquer dúvida - para o ser amado?...
Nos tempos que correm o humano é enganado com o caminho monástico de muitos que cederam...
Alguns -os que IMAGINARAM que conheceriam ágape - o grande mar - sem aprender a se molhar: sem e viver Eros no seu sentido original - a parte de um todo único;
arco íris de vida - que guarda e guia o caminhante no seu regresso ao paraíso original...
Quantas mais provas serão precisas para se saber que estamos a ficar CARENTES de vida verdadeira, de AMOR pleno, de VERDADE em relação e de seres humanos LIVRES dos grilhões que se nos impõe treinando-nos que nem um cão para exercitar a Razão como se fosse esse o nosso maior valor...
Desperta ser! O que te faz valer é a presença aqui, é o teu espaço ao existir, é o teu mundo maravilhoso em sintonia com todos aqueles que querem se guiar... enlevar... descobrir... vivenciar - a verdade do ETERNO RETORNO...
Olha bem para os que pregam nos altares - da ciência, do poder, da religião... olha bem...
Quando falam de amor - são secos e mortos, quando falam de justiça a palha cresce na sua boca, quando falam de liverdade são luzes vagas que se acendem nos seus cérebros lavados pela máquina de limpeza geral...
Quando lês estas linhas - sentes dôr: nem sempre te posso prometer que o amor liberta sem que haja momentos nos que a pele aperta ou que os dias se façam mais cinza do que poderiam ser...
A viagem é mesmo assim - ser que está em mim: há dias de nevoeiro - e custam! Há dias de chuva intensa que nenhuma roupa e nenhuma protecção consegue amparar... que entra dentro da pele e se faz frio e regela a alma.... e podemos andar, caminhar, e até correr - que a coisa não sai!
Há dias no que o caminho parece longo... um recta interminável: sem referências exteriores que marquem uma diferença, sem uma árvore para sentar baixo o Sol puçante... sem uma voz humana para ouvir ou um ser que contenha o nosso sentir...
Por isso - aferra a mão que te é dada; escolhe essa mão como se a última esperança... porque - literalmente - o humano está a morrer em ti! E em mim...
Quando desisto, quando falho - do olhar iluminado, do fazer, dizer e sentir apaixonado... quando me habitua a ser "mais um".... estou a afundar comigo todo o outro ser humano que crê e existe para marcar diferença - pois se assume na sua pura e ÚNICA identidade: aquela que nos pretende roubar um sistema que - na mais tenra idade - nos prende e nos treina para nos comportar-mos como se espera de uma boa peça na maquinária geral...
Desperta! Este é parte do Mal!
Há uma tendente força Branca que entende que é o alinhamento sem reservas com uma certa harmonia que se "sente" no silencio e na serenidade que nos pode trazer o deleite de estar integrados num "SER MAIOR"...
Esta força viva e os que nela pairam - assumem que a coisa humana se deve modelar aos padrões que lhe são propostos com vista à sua "elevação" ou refinamento do ser que lhe é outrogado por direito de geração...
Há uma tendente força Negra que assume o humano como receptáculo do dom mais sagrado que o universo pode conter - o dom do livre arbítrio, a força de vontade e o poder de escolher; Essa força assume o humano como livre para o engano e livre para trilhar o caminho com o seu próprio suor. Espera - que os que cheguem ao fim da linha - sejam seres plenos que olhem nos olhos as Moiras do Destino e com as próprias mãos desprendam as cordas que lhes foram dadas a viver...
Há um outro poder... subreptício e de extrema inteligência - que se vai infiltrando entre os que permanecem inertes... o que não se alinham ou simplesmente desesperam por falta de sentido num mundo de luzinhas que correm demasiado depressa ara que o seu ser as possas sequer conceber...
Estes - dia a dia - estão a perecer...
Um mal estranho que torna o brilho do olhar baço e que tolda de indiferença a ligação intensa que cada coração lhe deve a outro coração...
Um poder oculto, um buraco negro cerrado - que sorve a vida e o mundo e deixa em seu lugar um lago gelado...
Os seus serventes são vários - tremem perante o som mais elevado, ficam confusos com perguntas mais complexas, deixam de parte as tarefas mais básicas e fojem ao se aproximar qualquer besta que ameace a sua existência - pois já nem dela se valem...
Estes seres aspiram drogas para se manter vivos, consomem relações para emular a liberdade que outrora sentiram como seres humanos de verdade... Zumbies dos nossos dias e vítimas dos erros passados acumulados...
Quem entronizou a cultura lixo que hoje se estende de Les LÉS... quem repetiu a mentira, a tranformou em coisa garrida e a fez ser adorada em altares privados em cada casa ou simplesmente tolerada nos trabalhos onde se procura dar o melhor para produzir mais?
Ó ratinhos dentro de uma roda que gira - tão depressa, tão depressa - como tu e eu a quisermos acelerar...
É essa a mentira que deves ver em primeiro lugar - a roda apenas está acelerada porque - é o teu e o meu sangue que a alimenta e dá vida...
Muda o filtro! Encontra a tua prioridade!
Deixa as mentiras da indústria, do marqueting e do negócio de lado - a enfatuação do teu ego pisado - e ouve a voz que surge em cada batimento cardíaco que sentes ao lado do ser amado... peito em peito encostados...
E - vai mais longe - de mãos dadas - partilha um momento único... singular.... cada dia te oferece o poder de o concretizar! Que esperas para começar a voar?
Diziam que uma pedra nunca moveria uma cidade... ai não se não move!
Se o destrutivo Plutónio pode - não poderão dois seres humanos que se amam?
Não poderá o teu rosto iluminar-se de vida por adorar o sorriso do ser amado e sentir que é o resultado da tua devoção incondicional?...
Não poderemos quebrar os grilhões do lucro desmedido, ou da actividade pensada para ser amada transformada na tortura do dia a dia? Porquê? para chegar ao fim da labuta e teres tempo de recolher uma flor - com primor - e a dar ao teu ser querido... ao teu par...
Quanto mais estarás disposto a dar?
A tua articulação lombar? O funcionamento Renal? A salubridade mental?
Quanto te vai custar a entender - SE NÃO ÉS AMADO NÃO EXISTES!
Quanto vais demorar a compreender que dentro de ti está o ser mais evoluído deste plano e que esse ser apenas precis de ser alimentado com a força que a outra força transgiversa - que o "fuel" que te revive é o amor que dás e recebes de forma espontânea... em gestos tão simples como o abraço, o aconchego, o mimo, a compreensão... o estar presente... a devoção... tudo filhos do vínculo... do mergulho inquestionável no compromisso indispensável para ter chão firme e não se deixar levar...
Nesse rio de lixo que jorra de forma parciimoniosa e lenta... essa mancha negra que oculta e desalenta o brilhar mais forte do pulsar esperança de dourado contraste e bem forte...
Esse é o teu ser... a tua VERDADEIRA VIDA... o teu VERDADEIRO QUERER!...
Que as tuas múltiplas cores germinem e se fundam numa luz dourada... mão em mão com o ser que contigo há de morar... nesse único lugar - onde o amor impera e a razão serve todos os caminhos que o amor liberta para que possamos caminhar em paz...
Vamos caminhar?
Irmão?...
Irmã?...
AMOR?...
dúvida, falta de fé... Medo;
Medo de agir... medo de arriscar... medo de abrir as asas e voar...
Medo de assumir, de se comprometer, de se entregar...
Ás vezes confrontamos a mentira com o "ignorar"... outras - nela somos mergulhados até que a rotina se transforma na "Santa mentira" e começamos a desculpar-nos... e inventamos:
dessensibilizados, podemos ir onde quer que seja...
Os não humanos, quando não lutamos por aquilo que é mais sagrado ou venerado, perdemo-nos no labirinto dos dias e das horas vazias - iguais a todas as outras horas do dia; predados pelas compulsões sem alvo ou destino, das situações sem jeito que emanan da mente doentia separada da sua fonte intrínseca... a razão de viver:
amar Integralmente...
A mentira - que está em todos nós - da social à elaborada, da política à dos média... passando pelas relações a meias entre casais e todo o corolário de um rio pleno de lixo vai sem vida - esmorecendo sua água poluída - baixo os condicionamentos do momento... transformando a vontade no ser animal que vai em direcção a um Mar que se encontra no Sul da nossa existência... o local onde a Luz nunca se ergue e tudo é cinza e igual...
Eu não quero que te percas nesse Mar - tu que lês, tu que sabes... tu que amas... tu que me vês...
Entre os cegos que guiam Cegos:
porque nunca lá chegaram... porque em si não têm gravados os símbolos Ígneos da sua iniciação; vamos navegando no universo das loucuras sem razão... dos desatinos e desvios que nos invadem constantemente... que fazem da "normalidade" um aproximar da "normatividade": e o ser que é gerado para a liberdade e o amor é condicionado e subtilmente encadeado na ditadura normativa e no conceito de normalidade..
Números meus caros!... Numeros!
Agora:
haverá uma força o suficientemente poçante que estilhace desde dentro os espelhos de mentira que encadeiam a consciência a um espectáculo contínuo de prestidigitação da existência?
Haverá uma luz dourada que eclipse as luzes que - sonâmbulas - se passeiam com todo o seu fulgor - guiando - como fogos fátuos - o Viajante nas florestas da vida, perdendo-o sem verdadeiro amor?
Haverá um compromisso mais alto - que fale de Verdade - do que ser entregue: para além de qualquer dúvida - para o ser amado?...
Nos tempos que correm o humano é enganado com o caminho monástico de muitos que cederam...
Alguns -os que IMAGINARAM que conheceriam ágape - o grande mar - sem aprender a se molhar: sem e viver Eros no seu sentido original - a parte de um todo único;
arco íris de vida - que guarda e guia o caminhante no seu regresso ao paraíso original...
Quantas mais provas serão precisas para se saber que estamos a ficar CARENTES de vida verdadeira, de AMOR pleno, de VERDADE em relação e de seres humanos LIVRES dos grilhões que se nos impõe treinando-nos que nem um cão para exercitar a Razão como se fosse esse o nosso maior valor...
Desperta ser! O que te faz valer é a presença aqui, é o teu espaço ao existir, é o teu mundo maravilhoso em sintonia com todos aqueles que querem se guiar... enlevar... descobrir... vivenciar - a verdade do ETERNO RETORNO...
Olha bem para os que pregam nos altares - da ciência, do poder, da religião... olha bem...
Quando falam de amor - são secos e mortos, quando falam de justiça a palha cresce na sua boca, quando falam de liverdade são luzes vagas que se acendem nos seus cérebros lavados pela máquina de limpeza geral...
Quando lês estas linhas - sentes dôr: nem sempre te posso prometer que o amor liberta sem que haja momentos nos que a pele aperta ou que os dias se façam mais cinza do que poderiam ser...
A viagem é mesmo assim - ser que está em mim: há dias de nevoeiro - e custam! Há dias de chuva intensa que nenhuma roupa e nenhuma protecção consegue amparar... que entra dentro da pele e se faz frio e regela a alma.... e podemos andar, caminhar, e até correr - que a coisa não sai!
Há dias no que o caminho parece longo... um recta interminável: sem referências exteriores que marquem uma diferença, sem uma árvore para sentar baixo o Sol puçante... sem uma voz humana para ouvir ou um ser que contenha o nosso sentir...
Por isso - aferra a mão que te é dada; escolhe essa mão como se a última esperança... porque - literalmente - o humano está a morrer em ti! E em mim...
Quando desisto, quando falho - do olhar iluminado, do fazer, dizer e sentir apaixonado... quando me habitua a ser "mais um".... estou a afundar comigo todo o outro ser humano que crê e existe para marcar diferença - pois se assume na sua pura e ÚNICA identidade: aquela que nos pretende roubar um sistema que - na mais tenra idade - nos prende e nos treina para nos comportar-mos como se espera de uma boa peça na maquinária geral...
Desperta! Este é parte do Mal!
Há uma tendente força Branca que entende que é o alinhamento sem reservas com uma certa harmonia que se "sente" no silencio e na serenidade que nos pode trazer o deleite de estar integrados num "SER MAIOR"...
Esta força viva e os que nela pairam - assumem que a coisa humana se deve modelar aos padrões que lhe são propostos com vista à sua "elevação" ou refinamento do ser que lhe é outrogado por direito de geração...
Há uma tendente força Negra que assume o humano como receptáculo do dom mais sagrado que o universo pode conter - o dom do livre arbítrio, a força de vontade e o poder de escolher; Essa força assume o humano como livre para o engano e livre para trilhar o caminho com o seu próprio suor. Espera - que os que cheguem ao fim da linha - sejam seres plenos que olhem nos olhos as Moiras do Destino e com as próprias mãos desprendam as cordas que lhes foram dadas a viver...
Há um outro poder... subreptício e de extrema inteligência - que se vai infiltrando entre os que permanecem inertes... o que não se alinham ou simplesmente desesperam por falta de sentido num mundo de luzinhas que correm demasiado depressa ara que o seu ser as possas sequer conceber...
Estes - dia a dia - estão a perecer...
Um mal estranho que torna o brilho do olhar baço e que tolda de indiferença a ligação intensa que cada coração lhe deve a outro coração...
Um poder oculto, um buraco negro cerrado - que sorve a vida e o mundo e deixa em seu lugar um lago gelado...
Os seus serventes são vários - tremem perante o som mais elevado, ficam confusos com perguntas mais complexas, deixam de parte as tarefas mais básicas e fojem ao se aproximar qualquer besta que ameace a sua existência - pois já nem dela se valem...
Estes seres aspiram drogas para se manter vivos, consomem relações para emular a liberdade que outrora sentiram como seres humanos de verdade... Zumbies dos nossos dias e vítimas dos erros passados acumulados...
Quem entronizou a cultura lixo que hoje se estende de Les LÉS... quem repetiu a mentira, a tranformou em coisa garrida e a fez ser adorada em altares privados em cada casa ou simplesmente tolerada nos trabalhos onde se procura dar o melhor para produzir mais?
Ó ratinhos dentro de uma roda que gira - tão depressa, tão depressa - como tu e eu a quisermos acelerar...
É essa a mentira que deves ver em primeiro lugar - a roda apenas está acelerada porque - é o teu e o meu sangue que a alimenta e dá vida...
Muda o filtro! Encontra a tua prioridade!
Deixa as mentiras da indústria, do marqueting e do negócio de lado - a enfatuação do teu ego pisado - e ouve a voz que surge em cada batimento cardíaco que sentes ao lado do ser amado... peito em peito encostados...
E - vai mais longe - de mãos dadas - partilha um momento único... singular.... cada dia te oferece o poder de o concretizar! Que esperas para começar a voar?
Diziam que uma pedra nunca moveria uma cidade... ai não se não move!
Se o destrutivo Plutónio pode - não poderão dois seres humanos que se amam?
Não poderá o teu rosto iluminar-se de vida por adorar o sorriso do ser amado e sentir que é o resultado da tua devoção incondicional?...
Não poderemos quebrar os grilhões do lucro desmedido, ou da actividade pensada para ser amada transformada na tortura do dia a dia? Porquê? para chegar ao fim da labuta e teres tempo de recolher uma flor - com primor - e a dar ao teu ser querido... ao teu par...
Quanto mais estarás disposto a dar?
A tua articulação lombar? O funcionamento Renal? A salubridade mental?
Quanto te vai custar a entender - SE NÃO ÉS AMADO NÃO EXISTES!
Quanto vais demorar a compreender que dentro de ti está o ser mais evoluído deste plano e que esse ser apenas precis de ser alimentado com a força que a outra força transgiversa - que o "fuel" que te revive é o amor que dás e recebes de forma espontânea... em gestos tão simples como o abraço, o aconchego, o mimo, a compreensão... o estar presente... a devoção... tudo filhos do vínculo... do mergulho inquestionável no compromisso indispensável para ter chão firme e não se deixar levar...
Nesse rio de lixo que jorra de forma parciimoniosa e lenta... essa mancha negra que oculta e desalenta o brilhar mais forte do pulsar esperança de dourado contraste e bem forte...
Esse é o teu ser... a tua VERDADEIRA VIDA... o teu VERDADEIRO QUERER!...
Que as tuas múltiplas cores germinem e se fundam numa luz dourada... mão em mão com o ser que contigo há de morar... nesse único lugar - onde o amor impera e a razão serve todos os caminhos que o amor liberta para que possamos caminhar em paz...
Vamos caminhar?
Irmão?...
Irmã?...
AMOR?...
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Sou Completo
Sou completo porque a tua pele faz da minha mais do que uma almofada de tecidos, mais do que um contentor de desatinos, mais do que um cobertor eléctrico programado para que o sangue circule e alimente as tais células que eu nunca vi...
Sou completo porque o teu peito se estende no meu... porque as tuas costas são extensão onde planto os meus braços e juntos balouçamos ao som de uma brisa que não controlamos e nos faz ser mais... perto, intensamento juntos... lentamente NÓS....
Sou completo quando a minha anca e a tua se reconhecem e embalam.... quando se cuidam e ondulam entre as ondas de um mesmo mar... enquanto as mãos se entrelaçam e o olhar nos trespassa sendo um e o mesmo olhar...
Sou completo quando o que sinto o sentes... quando o teu ser é o meu... quando o que pensas não mente e nos diz que - doa a quem doer - sou teu...
Sou completo quando me dispo do que penso, do que acho, do que projecto ou espero e nessse despir a mente se abre para o mundo novo que é estar entrelaçado em nós...
Sou completo quando te sei na sala, quando te sinto na casa de banho, quando me olhas desde o outro lado do quarto e o teu olhar toca a minha pele como se tuas mãos acariciassem ao de leve... tão bom estar de olhos fechados enqanto aprendemos a amar-nos... enquanto ensaimos os nossos passos de ser novo, recém nascido...
Sou completo quando me brindas o teu sorrir... rosto de menina mulher, olhar de luz por reconhecer o brilho de verdade no ser que te contemple e te vê, sorriso afável e porte centrado - por estarmos no momento certo, no lugar ideal - entre tu e eu e os braços que nos são dados para nos abraçar...
Sou completo porque o teu peito se estende no meu... porque as tuas costas são extensão onde planto os meus braços e juntos balouçamos ao som de uma brisa que não controlamos e nos faz ser mais... perto, intensamento juntos... lentamente NÓS....
Sou completo quando a minha anca e a tua se reconhecem e embalam.... quando se cuidam e ondulam entre as ondas de um mesmo mar... enquanto as mãos se entrelaçam e o olhar nos trespassa sendo um e o mesmo olhar...
Sou completo quando o que sinto o sentes... quando o teu ser é o meu... quando o que pensas não mente e nos diz que - doa a quem doer - sou teu...
Sou completo quando me dispo do que penso, do que acho, do que projecto ou espero e nessse despir a mente se abre para o mundo novo que é estar entrelaçado em nós...
Sou completo quando te sei na sala, quando te sinto na casa de banho, quando me olhas desde o outro lado do quarto e o teu olhar toca a minha pele como se tuas mãos acariciassem ao de leve... tão bom estar de olhos fechados enqanto aprendemos a amar-nos... enquanto ensaimos os nossos passos de ser novo, recém nascido...
Sou completo quando me brindas o teu sorrir... rosto de menina mulher, olhar de luz por reconhecer o brilho de verdade no ser que te contemple e te vê, sorriso afável e porte centrado - por estarmos no momento certo, no lugar ideal - entre tu e eu e os braços que nos são dados para nos abraçar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)