Complementando @ Presente
Unindo @ Futuro
SENDO ...Presente
ALÉM DOS MATERIAIS CAMINHOS
@ SENDO
@ PRESENTE
@ CAMINHO
- VI&@
SENTID@
EM TI
E MIM
@IND@
ESPER
@
E DESSA SE SE PERFIZESSE O CÁLICE A COROLA A FOLHA E O ESTAME E SE A FROS DE AMORES FOSSE QVAIS ROSASENTRIOS LOVVORES E SEDOSA A SVA PÉ A SEV PÉ ESTIVESSE ACRISTA E ALINHA E A SVA COMEZINHA MAI SVAVE LEMBRANÇ E ASVA COR EM RISTE NA RAIZ AMAIS DVRA
DESSE AMARES EMARÇOS PARES E DESSES OVTROS OVTONOS DE OITO PARTINDO DESSEM EMSETE SE ABRINDO E DE INCO AMAIOS PRECESSEM QVANDO ENTRE OS SEVS
T
R
EZE
NON
M
A
I
S S
EDE
S
D
I
S S
E S S E
M
d
@
t
r
a se sber d envo levar qvando todo sos ar«stros s ealinhame reflectidas perpsectivas em orlas viventes se sabema sim ilvminar calices plenos e masi on rasgados pelos maivos mais finos destes seres ainda sendo ora inventados...
desde
são bento desde os montes mais altos desde as avgoas mais craras
desdeo cantarde mar
amaria desse qve de rosa sedes cre evia
e dessa qve se passovde
lado alado semter o bradoo cantar o soar apenaso d escrever a sim desse em
homem e em mvlher e em hvmanidade nessa a clareira a vontad e nesse
contar de roda em saber rodar dessa a saida asev pleno lar qvando
saia enconlhesse e o sev céo a sim permanecesse fino r«e bem
pechado e no pecho desse peito asim no peito o hino qve
permanecesse e nonse esqventasse nem asimso
sobrasse
qval a barca qve
vbem se canta e o
s ev em contra qve bem se encontravam e no CÉV gravadas as lavras
masidoiradas e ssas
qve nem sabes nem
vês nem vejas já de pe
n dvradas
essas as vas em
cachos doiradas apenas nas pe«aredes de cal a aceltar a sim dessas
calndas nas lendas bem chamar sme peso a simq vais a lagrimase aplb'vmas
eos s evs sopesar qvais asim amorinhos e añoranza
desdissem a nore criatvra breve criança qvando o tempo se desdisser e
qvanto ohmvlher bem perm«necias OH TORRE MAIS ALTA EMTEV LVL'GAR O
LVME DO LAR A SIM SEDNO CEDO SE AO SERES SE REACENDERIA ora se
rendesse a bandeira nvnca asim - a tomar em pvnho feca'hado apenas a ser
a ds d esvganecer e creres asimoh rosa sonrosada ao veres asim ao
se a proximar o mar oh maresias des3 antigos DIAS!
asime menos sendo
acaladas a calar nesse l«vme frio nesse nscer de ébrio brio QVE
NOS QVEIA SIM DOMAR asim enredadas redes sem saber assim qve
soçobram DE TANTAS E TANTAS GENTES qve bem qbe«veira levar e e levar ao se
permanecer asim ilesas plenas e cheias da smais simples - vejas
sopros de viver em pleno lvgar qvala cor da cal aacalentasse em alvo de viver
em somde verdade assim qval o lvgar aonde te perdeste o
vesper o vespertina qve antes de nascer o dia já bem estabavas sendo
reergvda e qvandoa sim em via d evid ame ver-se em ventre a via d a vida a sim
to agradecia e qvabdo assim escrava amiga te cravarama lvz maispvra
e qvandoao - ser de cravo lhe chamaste avgoa marf'ga qv o tempo apvre e
apvra chama qve clama CM PODER AO SABER TANGER corda mais fina do
coração ao saber sere esmorecer e cerre e cresecr senda amiga
contigo qval amaizade q ve se desvanecesse e mais cedo ov tarde
s e +erdesse em florestas e flores sem terem s ev plenoa brigo e
qvando asim te desdosseram qve eram«s em ti mesma livre
fermosva va e pvra s eobvtros olhos non te descrever«seem e
te dissesem o do valor d ese hino - segvro dess elvgar semmvro
desse algo qve non se confesa ne, se desdisse em plena
facvldade de ser em epensamento a«e mai salémao fogo lento e
alento desse serem claro dessa flor em forestas de viver e
dessas qve aind aovvias aonde bem pascias empaz a simpassavas qvam
te gvarneciaaidadea a da e o à vontade para segvires e ires e
asimaprendesres o wqve bem colheitassem«s se nonfossem as "«corvjas de
negro vestidas emvestidos - assim sem serem2 os pares qve fossem
bem nascidos aos erem asim aparecidos iam aone bem se s abe se reconher
nesse hardim em nome e nesse ser sem desejar o reterne determinar
os er amigo nemd eterminar os er em amizade nem asim erder em saida savde
e savdade a propria letra doprimo primeiro nome desse em via de vida eva
a se perder e desse assim - a lama amor ao bemser a nascer e
cerscer encarnada a sim acor da lama ase fazer reerfgvida qval opovo qve
chama qval a propria . de pão em brao a nascer e crescerem dessas svas linahs
qve bem se limpavam as favas e as svas long«janas palavrinhas qve d
estrelas TODAS ELAS NOMEADAS COM NOMEDE POVO Q VE BEMAS OLHAVA E DE AONDE
E POR BEM ASSIM E DESDE QVANDO AH! JÁ NINGVÉMas conte qvais ardemem ti o
sev o renome em mim aH porbre nvmenem nvvem e nomenclatvra
ah! já perdida ah já perdida porta ora ao portal ora ao
vmbral ao ombro alevar se cedo se desvanecesse e a poisarali eoande
ao se honrar se saiba perseverar aindaqve asvozes dessa terra novanondigam
qvando e qvanto desse se estio perecesse qve das -
sombras das sêmeas das sementes qve vogam e voam asim se plantam - nos
lvgares aondese ilvminamos castelos qved enovo - em faros se dizem em lvgares
aonde se refelcte o hino desse ceo limpo desse relapagoao anoitecer
e cresce CRESCENDO QVE BEM RETOMBA qve em cima de tvmvlo se desdobra e
qve asimem si ensina q vando se enarbolasse a a rvor e aiagoa e a vontade das
PEDRASqve parecendo qve sendo frmes se largassem - e nesse
crescendo qve vma voltaacima ovtro ao centro e ao lvgar e vma
ao cimo qval croa dessa abarca namorada bem a deixesestar
qve trina aterceira
essa ningvem disse qvera da raiz do fado a se desdizer qval a
colher qval amadeira de pedras novas encontradas e qval a madeira da qve foram
feitas alv'gevm te disse porqve a choravam?
se das espanias sedes de
o porto do amor real se desse o porto aos cévs os ovtros tamb«povco
crecem - qve sedesfaziam ao verema vogar os qve se enaltecem e asim
amores dese amor elevado desses amores e maarinhas e desses cavelaeiros da
sondas se elevaremsobre ovtras montadas perdidas e dessas qve se perdendo em
anima e armas s elevassem contraa sva propria e sentida esend«cia d vida
nota a ssencial qve antes de ser a o era e antes dessa a capital1 valor e
seencia tore sem renome qvase de cristal qve se some nanoite
asim no abraço do amais alto profb'ndo nvnca lavrar d esse
confim de mvndo nvnca ase s aber achar e desse povo qve se asvme chore
qvais as mareias e as marés ao seremao voltar ao se elevarem
asimvoltam as achadas e a sperdiasea s perdas bem levada spara
asim levar epraça lvme novoe denovo asim atrovar pois asim +e be e
renasce e cresce e nos impartea lgo desse calor dessa cor s em nome e
desde ocor ao correspoer ao ressoar nvnca param de a sabertrovar desde o
norte ao povo desde o svl sem lvsidia chama qve de si em sirios assim
em círios povos livres a mantém entre tanto e deses qve s endo
lidos e sem lide a sim precem qve non tem'nhamese a joelhando tenham tanto
timbre desde o cimo qvea liealémainda crescem e desses qve non tendo tantoao
tmbre corresponderema e respostas ntigas desses sevs . imaginados
icones asim bem se mereçam e menos s emeçam e dos qve sem
icones transcersos em silencios entrançados nessas palmas a sim lavram
nessas palmas se casam e se entregam e nessas palmas qve restam ainda sabem qve
desde les a leste ainda nos honram ene«menos asim nos apressame menos asimse
apressam
ao serem convocados pelo
som do saber integro integral qvando e desde aonde o val assim ocvam
pasos na noite qvando ainda se detêmnon s qve sabem povcos sobem asim r«e
provêm dese saber qve non sedescobre e- desses qve sabem bem
e asim vogam e vêm pela noite a sim ao ser ocaso e aocaso se encontram
noite adentro semparato - asim depois e bem - debaixo d«sdeixama
dormecere cresce a confiança achaa dessa doce infancia em seres altos e
for«tses ao amanhecer peqvenos nas medidas dos ovtros grandes ao se
ver regressar de aonde sabem ovvir evm«r e sem chamar asim chamas vivas
vagam ali e aonde os ovtros de negro e rvbro se vestiram pela mai sslava
paavra e os de alvo e rvbro pela palavra mais salva e entrias dvas rosas
no jardim a do silencioa qve bem late elateja entrio sim e
o«sev menos bem prezado apreço qve nem exista easimse manifesta e sem
fesas se persevera ao ser a dobra aos er a recordar ao ser a evocar aoser
amanige«festar sem asimse erder e neeeses animos e mitos e nesses lvmes sem
fogo e nesses fvmos entrios cvmes e d enovo qvando s e levantam assimse s
abem q e prantam eprantejam qvando asim se elevavam - qvando asim bem
pairar e bem asimsabiam aonde bem paravam - sendo a senda ainda a
colher os seresqve se percam nas névoas desse a ntigo e nosso entardecer
e crere crescem ah1 já a loc«vcvra mais além do nomemaislaémdo renome
maislaém da cor da coragem mais além do lvmen do nvmero sem terem em pripria
imagem o qverer a som com voz e som - assimcpm«mapixão qverendo a
sim qval em c«vocação a ssim sem invocarem estar ali aonde se
segve o rio se ovve se sente - se vie e se vai vivendo - sem veres aterra
vencida o rio qve era ao se desalinhar avgoas todas ao se desterrasr a sva semente
a cair pelos cévs abaixo pelos mares acima aos eelevarem qvando tantoe tano nos
salvaram nos deram e nos resgvardaram - expl«vlsar as gaivotas
qvebem vogavam emfrtas qve ningvem bem sabia bem ver ov ovvir e qvem as veja e
qvem as via e desde a vigia dessa barca ancorada a saber qve
regresso qve a sim regressavam o er qve bem plantov esta - sem ter
estandarte padrões pedras pontadas elevadas em obros desse PESO DE - ser
em abraço desse masalémdo marmoreo desse cristal qve nonb cvide e ese
cvra e se levaram porbem o«fosse qve bem maior non trovxeramdo qve mais
do qve d eram pedra de sva terra a vgoas desse amor . lágrimas desa torre
sem nome e desse a s va cor estando correspondendo mais de gerações em gerações
ainda se entretecem aonde parece qve nasce e segve e smorecendo - rvbra -
assim - negra e doirada mvdaram as cores segve aser acompasada qve a mais alvor
a amsi amar qvandose ntrelaçam as cores nesse se sabem ora a sorver ora apagar
e nesse s ev vltimo adejo - assimsabem se entretecer e ser e renovar qvando
asim em peito....
de flor em
flor em flroes de flroestas vedadasq vese reacendementr'io tvdo eo o nnada
e qvandoasim
bem se orgvlhem assim as maissimples
aves sabem caalescer e crescema«em sevs
enclaves qvando se deixama s aves a sim embevecidas deixar estar apairar´qvais
nos sonhos qve bem deixas a sima se
saber deixar
qvando entrios vestidos as vestes as vestimentas as
vid«stes e masi agventas
sós
apenas vm a vm poderemos bemlá chegar
depois de imaginar em sonhos d epois dos d«sonho provar depois desses
lvgares firmes e hirtos e ssaes
pomaresmais simples
a se s aberem
elevar asim pomar OH LARANJA aonde ainda
andasoh flor de vida em alva og«h
rosa assim investida a se transformar em rosaceas palavasqve asimperfazemas
lavras dessas rosas norostomaçãs doiradas ao se verem resvalar qvandoem alegria
ao renascer do dia voltassesa crer no v~es no qve vias no bem q
ve sendo ao tev lado e sempr e asim bem te gvie e te ilvmine ora alvmie qvandona noie escvra aonde bem estaro ser
se pareça e se dispa de tvdo oq ve ainda se possa vir a chegar a
despojar